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Publicações
de Interesse
Alguns
documentos estão no formato PDF e para visualizá-los
é necessário a utilização de um leitor específico, o "Acrobat
Reader. Caso não tenha o programa em seu computador, veja
como instalar.
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Métodos
Físico-Químicos para análise de Alimentos
– edição IV
Produzido em parceria entre a Reblas e o Instituto Adolfo
Lutz – IAL, o livro aborda assuntos essenciais para
a análise destes métodos laboratoriais, além
de outras diretrizes importantes na área de alimentos,
sendo de grande ajuda para laboratórios analíticos
e de saúde, em geral. É publicado pela Editora
Anvisa.
Os
exemplares podem ser adquiridos por meio da Editora
Anvisa. |
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O
que é o GHS? Sistema Harmonizado Globalmente para
a Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos
Muitos países, órgãos e agências
reguladoras já têm sistemas implantados para
cumprir todos ou alguns dos objetivos estabelecidos pelo
GHS. Esses sistemas, no entanto, nem sempre são compatíveis,
o que obriga as empresas a manter vários esquemas
para atender as exigências de diferentes agências
reguladoras nos EUA (CPSC, DOT, EPA, OSHA, etc) e dos países
para os quais exportam. |
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2ª
conferência Nacional da Ciência, Tecnologia
e Inovação em Saúde - Anais
Os Anais da 2ª conferência Nacional da Ciência,
Tecnologia e Inovação em Saúde , realizada
em Brasília, entre 25 e 28 de julho de 2004, apresentam
os marcos políticos de um novo tempo na ciência
e tecnologia para o país. Deste trabalho resultou
uma coletividade de 15.000 participantes-entre delegados,
convidados e observadores dos Setores da Saúde, Educação
e Ciência e Tecnologia. |
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Política
Nacional de Ciência e Tecnologia e Inovação
em Saúde
A
Política Nacional de Ciência e Tecnologia e
Inovação em Saúde é parte integrante
da Política Nacional de Saúde, formulada no
âmbito do SUS. A aplicação dos Princípios
do SUS- Universalidade, integralidade e equidade- aplicam-se
também à PNCTIS, correspondendo ao compromisso
político e ético com a produção
e apropriação de conhecimentos e tecnologias
para reduzir desigualdades sociais em saúde. |
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Agenda
Nacional de Prioridades de Pesquisa em Saúde
A construção e implementação
da Agenda Nacional de Prioridades de pesquisa em Saúde
é um processo político que busca a ampla participação
de atores com experiências e linguagens distintas
na pesquisa e saúde. A articulação
em torno da agenda é ação mais importante
na legitimação deste instrumento na política
Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação
de Saúde no país e permitirá que prioridades
de pesquisa em saúde estejam em consonância
com os princípios do SUS. |
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Conferência
Magna e Panéis Temáticos
A tendência atual em pesquisa em saúde é
que seja mais estratégica, que se dê maior
ênfase à inovação e ao desenvolvimento
tecnológico e menos em pesquisa fundamental. O ideal
é que a pesquisa seja voltada para as necessidades
e menos para as curiosidades; sempre buscando mais integração
com as políticas sanitárias. Esta apresentação
de painéis temáticos tem como uma das finalidades
analisar a evolução e o quadro atual da pesquisa
em saúde no mundo. |
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Moções
Neste Módulo são apresentadas 39 moções
da 2ª CNCTIS:
“Moção 001 - Que o Ministério
da Saúde garanta o incentivo à pesquisa para
produção de acessórios personalizados,
tipo talher, escrevedor, copos, pratos etc., para uso dos
portadores de deficiências com o custeio do SUS.” |
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Delegados
Neste Módulo são apresentadas 39 moções
da 2ª CNCTIS:
“Moção 001 - Que o Ministério
da Saúde garanta o incentivo à pesquisa para
produção de acessórios personalizados,
tipo talher, escrevedor, copos, pratos etc., para uso dos
portadores de deficiências com o custeio do SUS.” |
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Padronização
dos Testes de Sensibilidade a Antimicrobianos por Disco-difusão:
Norma Aprovada – Oitava Edição
Os testes de sensibilidade são indicados para qualquer
organismo responsável por um processo infeccioso
que exija terapia antimicrobiana, quando é impossível
predizer a sensibilidade desse organismo, mesmo conhecendo
a sua identificação. Os testes de sensibilidade
são indicados, com maior freqüência, quando
se acredita que o organismo causador pertence a uma espécie
capaz de apresentar resistência aos agentes antimicrobianos
normalmente usados.
Diversos métodos laboratoriais podem ser utilizados
para medir a sensibilidade in vitro das bactérias
aos agentes antimicrobianos. Em muitos laboratórios
de microbiologia clínica, utiliza-se rotineiramente
o método de disco-difusão em ágar para
testar os patógenos mais comuns, de crescimento rápido
e determinadas bactérias fastidiosas. O presente
documento inclui uma série de procedimentos para
padronizar a execução dos testes de disco-difusão. |
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Normas
de Desempenho para Testes de Sensibilidade Antimicrobiana:15o
Suplemento Informativo
As informações complementares apresentadas
no presente documento são indicadas para uso com
os testes de sensibilidade antimicrobiana publicados nas
normas, relacionadas a seguir, aprovadas pelo Clinical and
Laboratory Standards Institute (CLSI)/NCCLS: M2-A8—
Performance Standards for Antimicrobial Disk Susceptibility
Tests; Approved Standard—Eighth Edition; e M7-A6—Methods
for Dilution Antimicrobial Susceptibility Tests for Bacteria
That Grow Aerobically; Approved Standard—Sixth Edition.
As normas contêm informações para testes
de sensibilidade por disco difusão (M2) e diluição
(M7) de bactérias aeróbicas.
Os clínicos dependem muito das informações
fornecidas pelo laboratório de microbiologia clínica
para o tratamento de pacientes gravemente enfermos. A importância
clínica dos testes de sensibilidade antimicrobiana
torna necessário que os mesmos sejam realizados sob
condições ideais e que os laboratórios
tenham capacidade para fornecer resultados sobre os mais
novos agentes antimicrobianos. |
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Metodologia
dos Testes de Sensibilidade a Agentes Antimicrobianos por
Diluição para Bactéria de Crescimento
Aeróbico: Norma Aprovada - Sexta Edição
Os testes de sensibilidade são indicados para qualquer
organismo que contribua a um processo infeccioso que justifique
terapeutica antimicrobiana, sempre que sua sensibilidade
não possa ser predita de maneira confiável
a partir do conhecimento da identidade do organismo. Os
testes de sensibilidade são indicados, com maior
freqüência, quando se acredita que o organismo
causativo pertence a uma espécie capaz de apresentar
resistência aos agentes antimicrobianos geralmente
usados.
Há diversos métodos laboratoriais que podem
ser usados para medir a sensibilidade in vitro das bactérias
aos agentes antimicrobianos. O presente documento descreve
técnicas padrão de diluição
em caldo (macrodiluição e microdiluição)
e diluição em ágar, além de
incluir uma série de procedimentos para padronizar
a execução dos testes. Além disso,
descreve o desempenho, as aplicações e as
limitações dos métodos atualmente recomendados
pelo NCCLS. |
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Método
de Referência para Testes de Diluição
em Caldo para Determinação da Sensibilidade
de Leveduras à Terapia Antifúngica: Norma
Aprovada – Segunda Edição
A Norma M27-A2—Método de Referência para
Testes de Diluição em Caldo para a Determinação
da Sensibilidade de Leveduras;à Terapia Antifúngica
Norma Aprovada—Segunda Edição do NCCLS
descreve a metodologia de um teste de sensibilidade aos
agentes antimicrobianos das leveduras que causam infecções
fúngicas invasivas, incluindo as espécies
de Candida (e Candida glabrata) e Cryptococcus neoformans.
A norma trata da seleção e preparação
dos agentes antifúngicos; da implementação
e interpretação dos testes; e do propósito
e da implementação dos testes de controle
de qualidade. Apresenta também uma análise
cuidadosa da responsabilidade dos fabricantes e usuários
no controle de qualidade. |
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Método
de Referência para Testes de Diluição
em Caldo para a Determinação da Sensibilidade
a Terapia Antifúngica dos Fungos Filamentosos: Norma
Aprovada
A
Norma M38-A--Método de Referência para Testes
de Diluição em Caldo para Determinação
da Sensibilidade a Terapia Antifúngica de Fungos
Filamentosos; Norma Aprovada do NCCLS descreve um método
para testar a sensibilidade dos fungos filamentosos que
causam infecções invasivas, incluindo espécies
de Aspergillus, espécies de Fusarium, Rhizopus arrhizus,
Pseudallescheria boydii (Scedosporium apiospermum) e Sporothrix
schenckii, assim como outros fungos patogênicos oportunistas,
aos agentes antifúngicos. O documento inclui a seleção
dos agentes antifúngicos; a preparação
de soluções padrão e diluições
de antifúngicos usadas na realização,
implementação e interpretação
dos testes; e o propósito e a implementação
dos testes de controle de qualidade.Apresenta também
um exame cuidadoso das responsabilidades de controle de
qualidade dos fabricantes e dos usuários. |
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Guia
Para Qualidade em Química Analítica –
Série Acreditação 1
Este
Guia tem como princípio básico os requisitos
técnicos da garantia da qualidade, com ênfase
nas áreas onde existe uma interpretação
particular requerida para ensaios químicos ou medições
correlatas. Pretende orientar a implementação
do sistema da qualidade em Laboratórios Analíticos,
bem como auxiliar profissionais que trabalham com acreditação,
habilitação, certificação, propiciando
o entendimento desses requisitos.
Serve também de base para os profissionais envolvidos
na verificação da conformidade dos ensaios
analíticos desenvolvidos por laboratórios
com base em requisitos técnicos.
Ao editar esta publicação, a Anvisa ressalta
a importância da qualidade analítica dos resultados
como um dos instrumentos fundamentais para proteção
e promoção da saúde da população. |
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Seleção,
Uso de Interpretações de Programas de Ensaios
de Proficiência por Laboratório- Série
Habilitação 2
Produzido pela Eurachem Netherlands, grupo-tarefa
“Programas de ensaios de proficiência”
(parte integrante do grupo de trabalho sobre “Estudos
Interlaboratoriais”) e o Laboratory of the Government
Chemist (LGC), Reino Unido.
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Habilitação
para Laboratórios de Microbiologia– Série
Acreditação 3
Preparado em conjunto com o SENAI, este documento
vem preencher uma importante lacuna encontrada nas publicações
técnicas e científicas disponíveis
em nosso país relativas ao tema habilitação
de laboratórios de microbiologia.
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Projetos
Físicos de Laboratórios de Saúde Pública
O
laboratório de saúde pública tem como
função básica promover atividades voltadas
para o controle epidemiológico e sanitário
de uma população. Suas principais ações
estão fundamentadas em critérios epidemiológicos,
tanto no campo da análise clínica quanto na
resolução de problemas prioritários
de saúde pública. No cumprimento de suas funções,
o laboratório de saúde pública atende
à demanda analítica de produtos afetos à
vigilância sanitária como alimentos, medicamentos
e saneantes domissanitários. Além disso realiza
diagnósticos clínicos e epidemiológicos
a partir de amostras oriundas de pacientes suspeitos de
doenças de interesse sanitário. As
atividades desenvolvidas no laboratório de saúde
pública expõem os trabalhadores a uma variedade
de riscos que estão associados aos materiais empregados
e aos métodos utilizados. Visando minimizar ou eliminar
os riscos, é essencial o estabelecimento de um programa
de biossegurança para o laboratório.
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Guia para o controle da qualidade para a análise
de resíduos de agrotóxicos em alimentos para
os laboratórios integrantes do Programa de Análises
de Resíduos de Agrotóxicos (PARA).
O
impacto do uso de agrotóxicos sobre a saúde
humana tem merecido atenção da comunidade
científica, dos órgãos governamentais
e da sociedade civil organizada em todo o mundo, sobretudo
nos países em desenvolvimento onde este impacto tem
sido mais relevante. Sendo assim o monitoramento da presença
de agrotóxicos nos alimentos é fundamental
para a preservação da saúde da população
brasileira. Como resposta a essa demanda a ANVISA, representada
pela GGTOX, coordena o Programa de Análise de Resíduos
de Agrotóxicos em Alimentos (PARA).O objetivo deste
guia é normatizar os parâmetros de qualidade
analítica exigidos pelo PARA e fornecer subsídios
para a melhoria contínua das análises realizadas.
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Projetos Físicos de Unidade de Controle de Zoonoses
e Fatores Biológicos de Risco
"Seguindo
a filosofia da ANVISA - salvaguardar a saúde da população
nos produtos e serviços sujeitos ao controle sanitário
e garantir que os mesmos sejam adequados aos fins propostos
– é que desenvolvemos este trabalho em conjunto
com representantes do setor regulado, comunidade científica
e laboratórios habilitados pela REBLAS, com o objetivo
de preencher uma lacuna existente no país e no mundo:
protocolos padronizados para avaliação da
eficácia de produtos desinfestantes.
Se a segurança dos produtos advém do conhecimento
de suas características toxicológicas, a comprovação
da adequação para os fins propostos é
feita por meio dos testes de eficácia.
A evolução da regulamentação
sanitária voltada para estes produtos culminou com
a publicação das Portarias 321 e 322, ambas
em 1997, que passaram a ser as principais ferramentas para
a concessão do registro, e suas alterações,
para produtos categorizados como desinfestantes, sendo estas
ações de competência da Gerência-Geral
de Saneantes da Agência Nacional de Vigilância
Sanitária." |
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Manual
de Protocolos para Testes de Eficácia em produtos
desinfestantes
As
Unidades de Controle de Zoonoses e fatores biológicos
de risco (UCZs) são estabelecimentos onde se desenvolvem
as atividades de vigilância ambiental e o controle
de zoonoses e doenças transmitidas por vetores.O
controle das zoonoses se dá pelo manejo das populações
animais assim classificadas:
• Vetores: aedes, flebótomos, culex e simulídeos;
• Reservatórios e hospedeiros: cães,
gatos, bovinos, eqüídeos, suínos, ovinos
e caprinos;
• Animais sinantrópicos: roedores, baratas,
pulgas, pombos e morcegos;
• Animais peçonhentos: escorpiões, aranhas
e abelhas.
Estas unidades são estruturadas para atender às
diversificadas populações de municípios
onde são implantadas.Assim, estas diretrizes preconizam
quatro tipos de Centros de Controle de Zoonoses (CCZs )
e um tipo de Canil Municipal (CM), com programas funcionais
diferenciados, com o objetivo de atender a diferentes faixas
de população.
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Workshop
de Biossegurança em Saúde
A
Biossegurança deve ser entendida como área
essencial para pesquisa e desenvolvimento moderno da biotecnologia
brasileira. Sendo um campo complexo e transdisciplinar,
requer recursos humanos específicos com experiência
e capacidade crítica para lidar com os procedimentos
de avaliação, além de antecipar cenários
futuros. O meio ambiente que circunda o profissional de
biossegurança e suas responsabilidades é um
espaço importante de preservação de
riscos para a população. A atuação
do Ministério da Saúde neste âmbito,
configura-se de vital importância |
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Diretrizes
Gerais para o Trabalho em Contenção com Material
Biológico
Em fevereiro de 2002 (Portaria n.º 343/02), foi criada
a Comissão de Biossegurança em Saúde
(CBS), no âmbito do Ministério da Saúde,
atualmente coordenada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia
e Insumos Estratégicos (SCTIE), e composta, além
de representantes desta, por representantes da Secretaria
de Vigilância em Saúde (SVS), Secretaria de Atenção
à Saúde (SAS), Assessoria de Assuntos Internacionais
de Saúde (Aisa), Fundação Oswaldo Cruz
(Fiocruz), Fundação Nacional de Saúde
(Funasa) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(Anvisa).
Essa Comissão vem trabalhando
com o objetivo de definir estratégias de atuação,
avaliação e acompanhamento das ações
ligadas à Biossegurança no âmbito de sua
competência. Dessa forma, vem discutindo e propondo
a uniformização de conceitos e ações,
possibilitando a integração deste Ministério
com as demais instituições que lidam com o tema.
Essas
diretrizes definem os requisitos mínimos necessários
ao trabalho seguro com material biológico em ambiente
de contenção. Aplicam-se à execução
dos procedimentos de segurança, em contenção
em laboratório,na manipulação de materiais
biológicos, que contenham ou possam conter agentes
biológicos com potencial patogênico. |
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Manual
de Primeiros Socorros
Esta publicação tem como principal escopo orientar
profissionais que, embora não sejam diretamente ligados
à área de assistência à saúde,
desejam se capacitar para atuar na primeira abordagem de um
acidentado, prestando-lhe os primeiros e fundamentais cuidados.
O que se pode afirmar com embasamentos técnicos e práticos
é que essa primeira abordagem depende do êxito
de todas as demais fases de tratamento e reabilitação.
Também vale a pena ressaltar que é importante
este momento inicial de abordagem do acidentado (clínico
ou traumático), e que se pode afirmar ainda que o futuro
da vítima e sua integridade como indivíduo,
sem seqüelas aumenta as possibilidades de reabilitação
e qualidade de vida pós-acidente. Profissionais de
várias áreas podem ser treinados em práticas
de primeiros socorros. Este Manual visa também possibilitar
a caracterização entre acidentes, ambientes
de trabalho e ocupacionais, o que é indispensável
para a segurança e a qualidade de saúde dos
trabalhadores. |
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Biossegurança
em Laboratórios Biomédicos e de Microbiologia
O profissional de saúde está frequentemente
exposto a riscos biológicos e de produtos químicos,
cujo enfrentamento está substanciado na adequação
das instalações do ambiente de trabalho e na
capacitação técnica dos profissionais.
O manejo e a avaliação de riscos são
fundamentais para a definição de critérios
e visam a minimizar os riscos que podem comprometer a saúde
do homem, dos animais, do meio ambiente ou a qualidade dos
trabalhos desenvolvidos. A biossegurança constitui
uma área de conhecimento relativamente nova, regulada
em vários países por um conjunto de leis, procedimentos
ou diretrizes específicas. |
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Sistema
de Avaliação da Conformidade de Material Biológico
Documento
publicado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia
do Brasil (MCT), produto do trabalho de um grupo instituído
pela Portaria MCT n.º 03, de 12 de fevereiro de 2001,
Diário Oficial da União (DOU) de 21 de fevereiro
de 2001, reeditada em 14 de maio de 2001, DOU de 1.º
de junho de 2001, com a finalidade de elaborar “um
documento técnico sobre o panorama nacional relativo
às atividades de metrologia, normalização,
regulamentação técnica e avaliação
da conformidade, aplicáveis a microrganismos”.
O presente documento incorpora os conteúdos e conceitos
mais atuais relativos ao tema em questão, destacando
a importância de se estabelecer no Brasil um Sistema
de Avaliação da Conformidade para Material
Biológico, identificando os elementos necessários
a sua formalização. Destaque-se que o Sistema
proposto visa organizar a base técnica necessária
ao cumprimento de atividades disciplinadas por diversos
órgãos públicos. |
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Catálogo
da COLEÇÃO DE CULTURAS do Instituto Adolfo Lutz
- IAL.
HISTÓRICO: A coleção de culturas do Instituto
Adolfo Lutz existe desde 1940, surgiu pela necessidade de
manter disponíveis cepas padrões e isoladas
nos seus laboratórios para serem utilizadas em pesquisas,
procedimentos rotineiros, pesquisa de novos procedimentos
e técnicas de diagnóstico. Foi regulamentada
como seção em 1970, diretamente ligada à
Divisão de Biologia Médica, tendo o mesmo objetivo
do seu surgimento.
A seção caracteriza-se como coleção
de serviços por oferecer apoio a profissionais em microbiologia,
além de suas amostras serem utilizadas nas universidades
para ensino e pesquisa, nas indústrias químicas,
farmacêutica, alimentícia e cosmética,
no intuito de elaborar ensaios para análise e controle
de qualidade. A Coleção de Culturas do Instituto
Adolfo Lutz é filiada a WFCC (World Federation for
Culture Collections) e mantêm intercâmbio com
diversas outras coleções. |
| SOLICITAÇÃO
DE CULTURAS: As culturas que fazem parte do acervo
da coleção podem ser adquiridas mediante pagamento
de taxa. Devem ser solicitadas formalmente por escrito e
enviadas via fax ou carta, mencionando o motivo da solicitação
da cepa. O prazo de entrega da cultura liofilizada é
de 2 dias úteis, a partir do recebimento da solicitação.
No caso de cultura reativada, este prazo é maior
e de acordo com a cepa solicitada. Para enviar as cepas,
os custos serão por conta do solicitante. O pagamento
das taxas das cepas e envio devem ser pagas através
de depósito bancário. O material será
enviado após o recebimento do comprovante de depósito
via fax. O Instituto emite recibo das taxas em nome do solicitante.
As instruções de abertura das ampolas liofilizadas,
reativação e manutenção (meio
de crescimento, temperatura e condições de
incubação) serão encaminhadas juntamente
com a cepa. Caso haja algum problema com a cultura, o solicitante
deverá informar imediatamente à Seção
de Coleção de Culturas do Instituto Adolfo
Lutz. Após avaliação do problema ocorrido,
será feita substituição da mesma, caso
a reclamação seja procedente. Não nos
responsabilizamos por perdas ou danos ocorridos no decorrer
do transporte, ou manipulação incorreta da
cultura, pelo adquirente.
DEPÓSITO
DE LINHAGENS: O depósito de linhagens
poderá ser realizado sem custo ao depositante, mediante
o envio de carta ou
fax de solicitação de depósito, contendo
justificativa para o pedido, que será avaliado. As
linhagens depositadas desta forma ficarão
disponíveis sem restrição para distribuição
à comunidade interessada.
Para
aquisição do catálogo e solicitação
de culturas, entrar em contato diretamente com:
Instituto Adolfo Lutz - Divisão de Biologia Médica
- Seção de Coleção de Culturas
Av. Dr. Arnaldo, 355 - Cerqueira César - São
Paulo-SP - CEP: 01.246-902
Fone: (11) 3068-2884, Fax: (11) 3085-3505, e-mail:
lia_colecao@hotmail.com |
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Bioética
& biorrisco: abordagem transdisciplinar Organizado
por Silvio Valle e José Luiz Telles.
Editora Interciência, 417p.
Informações: Silvio
Valle
Pesquisador titular/senior research
Ccoord. do Curso de Biossegurança/Head of Biosafety
Course
Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz/Oswaldo Cruz
Foundation
Av. Brasil, 4365 - Rio de Janeiro - RJ
CEP: 21.045-900
Tel.: (21) 2270-3942, 2598-4407 ou 4408
Fax.: (21) 2564-6363
E-mail: biorrisc@fiocruz.br |
Clonagem
humana, bioterrorismo com agentes geneticamente modificados,
alimentos transgênicos, mercado de sementes transgênicas,
controle social da atividade científica, bioética,
procedimentos de contenção biológica
e bem-estar animal são alguns dos temas reunidos no
livro Bioética & biorrisco: abordagem transdisciplinar,
organizado pelos pesquisadores da Fundação Oswaldo
Cruz, Silvio Valle e José Luiz Telles.
A publicação, segundo os autores, pretende preencher
uma lacuna no mercado editorial em tempos de grandes polêmicas
e apreensões acerca da temática envolvendo as
modernas biotecnologias. Com o apoio do CNPq, da Universidade
Federal do Amazonas e da Fundação Oswaldo Cruz,
o livro é editado pela Editora Interciência.
Com uma linguagem acessível e a devida profundidade
que a temática exige, o livro está dividido
em duas partes. Na primeira, o leitor poderá entrar
em contato com os principais conceitos na área da biotecnologia
e da bioética, inserindo-se em um mundo ainda pouco
claro ao público leigo. Já na segunda parte,
a segurança em laboratórios é abordada
em suas mais variadas maneiras, possibilitando um quadro panorâmico
do estado da arte na área de biossegurança.
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Medida,
Normalização e Qualidade - Aspectos da História
da Metrologia no Brasil, traz à luz os rumos de
uma história iniciada em 1830, com a primeira proposta
de adoção do sistema métrico decimal.
Essa história sempre se identificou com os esforços
governamentais em defesa do consumidor e com os projetos de
desenvolvimento científico e industrial do país,
seja na legislação imperial de 1862, seja no
decreto do Estado Novo, em 1938, ou nas iniciativas que levaram
à criação do Inmetro, em 1973. É
fruto de um projeto do Inmetro para a preservação
da história da metrologia e das políticas governamentais
de normalização e qualidade no Brasil, realizado
pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História
Contemporânea do Brasil (CPDOC), da Fundação
Getúlio Vargas. |
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Catálogo
da Rede Brasileira de Calibração, relaciona
todos os laboratórios e serviços de calibração
credenciados pela Rede Brasileira de Calibração.
Estruturado em 4 módulos, traz a identificação
dos laboratórios, endereços, telefones e pessoa
de contato, detalhando faixas e menores incertezas de medição
de cada serviço.
O catálogo é vendido pelo sistema de assinaturas
anual, assegurando ao usuário o recebimento regular
de atualizações, mediante o pagamento de R$
50,00 (cinquenta reais).
Tem apresentação gráfica em capa dura,
tamanho A4 e encadernação por argolas, permitindo
a inserção de novas folhas.
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Sistema
Internacional de Unidades - SI, texto traduzido do original
francês (7ª edição) "Le Système
International d'Unités", elaborado pelo Bureau
Internacional de Pesos e Medidas, organismo encarregado mundialmente
do estabelecimento dos padrões fundamentais e da conservação
dos protótipos internacionais, entre outras responsabilidades.
Traz informações sobre o SI; tabelas, decisões
da Conferência Geral e do Comitê Internacional
de Pesos e Medidas e realização prática
das definições das principais unidades. |
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Vocabulário
Internacional de Termos Fundamentais e Gerais de Metrologia
- VIM, Contém o texto completo do Vocabulário
Internacional de Termos Fundamentais e Gerais de Metrologia
adotado no Brasil através da Portaria Inmetro nº
102/88 alterada pela Portaria Inmetro nº 29/95. Neste
Vocabulário, elaborado e consensado com significativa
parcela da comunidade técnica e acadêmica, atuante
no campo da metrologia, buscou-se não apenas enfocar
os aspectos da adequada correspondência dos termos entre
as línguas estrangeiras envolvidas, mas também
da própria filosofia de concepção do
Vocabulário. Os esforços foram aqui direcionados
no sentido de atender ao máximo as diferentes correntes
de opinião, decorrentes de processos culturais, já
consagrados em várias regiões de nosso país.
Buscou-se, desta maneira, a desejável e necessária
padronização, respeitando o atual "estado
da arte" da linguagem metrológica brasileira. |
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Cabinas
de Segurança Biológica: uso, desinfecção
e manutenção (edição em espanhol),
As cabines de segurança biológica (CSB) comumentemente
conhecidas como cabinas de biossegurança, constituem
um grupo de equipamentos destinados a melhorar as condições
gerais sob as quais se realizam uma grande variedade de atividades
em laboratórios clínicos e de investigação
na área de saúde pública.
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| Essas
atividades abrangem desde processos rotineiros para a identificação
de microorganismos até atividades especializadas
de investigação. Também são
igualmente conhecidas com diversos outros nomes tais como
"gabinetes de biossegurança", "capelas
de fluxo laminar" ou "purificadores", entre
outros; o termo "fluxo laminar" também
é empregado para identifica-las. Esses equipamentos
garantem a existência de ambientes controlados, indispensáveis
para a realização de atividades que por suas
características resultam potencialmente perigosas
para a saúde humana e do ambiente. Por outro lado,
algumas dessas cabines protegem o estado dos produtos e
culturas objetos da investigação.
A concepção e desenvolvimento desse tipo de
equipamentos se iniciaram em princípios do século
XX, quando de projetou uma caixa de isolamento microbiológico,
na qual se mantinha uma pressão negativa. Dispunha
de um filtro de entrada de ar e de um frasco com solução
desinfetante por onde o ar era permeado antes de sua saída
do equipamento.
Em 1943, Van Den Ende (Personal and Product Protection:
A Guide to Biosafety Enclosures, Labconco Corporation. http://www.labconco.com),
projetou e construiu o que se pode considerar a primeira
cabine de segurança biológica, na qual era
gerado um fluxo de ar da área contida e que passava
através de um queimador, colocado sobre o duto de
extração ou chaminé. O projeto original
foi refinado e em 1953 se obteve uma versão das cabines
conhecidas hoje em dia como de Classe I, ainda que possuíssem
filtros fabricados de lã de vidro que proporcionavam,
no máximo, uma eficiência em torno de 95%,
de forma que o ar de extração deveria ser
incinerado.
Em 1962, como conseqüência do desenvolvimento
dos filtros denominados HEPA (High Efficiency Particulate
Air), se conseguiu que o ar poderia ser filtrado antes de
descarregado ao exterior do laboratório ou mesmo
reciclado dentro da própria cabine, feito que gerou
o desenvolvimento das diversas classes de cabines existentes
atualmente. No presente documento são explicadas
as diversas classes de cabines de segurança biológica,
sua classificação; como se utilizam; como
e com que agentes podem ser desinfetadas; como se devem
tratar os incidentes, tais como: derramamentos e respingos,
que podem ocorrer durante o trabalho normal do laboratório;
quais componentes as integram e como efetuar a sua manutenção. |
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Biossegurança
em Laboratórios Biomédicos e de Microbiologia,
Ao apresentar este livro, tradução autorizada
do original em inglês "Biosafety in Microbiological
and Biomedical Laboratories - 4ª Edition -CDC-INH, 1999,
esperamos atender às necessidades de conhecimentos
básicos de biossegurança laboratorial, dos profissionais
participantes do Programa Nacional de Capacitação
em Biossegurança Laboratorial, que está sendo
desenvolvido pelo Centro Nacional de Epidemiologia da Fundação
Nacional de Saúde - CENEPI/FUNASA, e constituir um
roteiro atualizado de condutas gerais de segurança
para os profissionais que atuam na Rede Nacional de Laboratórios
de Saúde Pública. |
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Avaliação
dos Riscos Ambientais da Divisão de Produtos do Laboratório
Central de Saúde Pública do Ceará –
LACEN/CE. (PDF)
Monografia apresentada ao curso de Especialização
em Alimentos e Saúde Pública da Faculdade de
Farmácia, Odontologia e Enfermagem da Universidade
Federal do Ceará – UFC.
Autora:
Ana Kélvia Araújo
Orientadora:
Dra. Elisabeth Mary Cunha da Silva, PhD
Banca Examinadora:
Prof. Dr. Carlos Couto de Castelo Branco
Dra. Elisabeth Mary Cunha da Silva, PhD
Dr. Galdino Guttmann Bicho |
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Catálogo
de Produtos e Serviços do IAL, publicação
do Instituto Adolfo Lutz (IAL)
É com satisfação que o Instituto Adolfo
Lutz, Laboratório de Saúde Pública, apresenta
a segunda edição de seu Catálogo de Produtos
e Serviços, contendo a atualização de
suas atividades laboratoriais e de treinamento. Este Catálogo
foi idealizado para profissionais ligados às áreas
de Vigilância Epidemiológica e Vigilância
Sanitária e Meio Ambiente, tais como médicos,
enfermeiros, biólogos, farmacêuticos, químicos,
médicos veterinários, engenheiros sanitaristas.
O objetivo do mesmo é divulgar as atividades desenvolvidas
pelo Instituto nas áreas de conhecimento em que atua,
além de orientar as condições de coleta,
quantidade ideal, acondicionamento e embalagem das amostras
enviadas ao laboratório, com a finalidade de obter
resultados confiáveis. |
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NIT-DICLA-083,
normas sobre Critérios Gerais para Competência
de Laboratórios Clínicos.
OBJETIVO:
Esta Norma estabelece os critérios gerais para competência
que os laboratórios clínicos devem atender
para serem credenciados pelo INMETRO.
CAMPO
DE APLICAÇÃO: Esta Norma aplica-se à
DICLA, aos laboratórios clínicos postulantes
ao credenciamento e aos credenciados pelo INMETRO.
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Anvisa - Reblas - Publicações de Interesse
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