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Brasília,
12 de maio de
2009 - 11h10
Influenza
A H1N1: ações de controle em pontos de entrada
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(Anvisa) realiza o controle sanitário nos portos,
aeroportos e fronteiras do Brasil, em 88 pontos de entrada
do pais, com uma equipe de 972 servidores. Para conter a
entrada do vírus de influenza AH1N1, a Agência
informa que:
Nos aeroportos:
1- Todos os vôos internacionais que chegam ao Brasil
são monitorados por equipe da Anvisa;
2- As empresas aéreas tem veiculado em todas as
aeronaves que operam vôos internacionais e domésticos,
informes sonoros a bordo (em português e inglês
ou espanhol) sobre os sintomas da doença. Os vôos
internacionais comunicam, ainda, sobre a necessidade de
preenchimento da Declaração de Bagagem Acompanhada
(DBA);
3 - Todos os passageiros que chegam ao país
recebem informações e orientações
sobre a influenza A (H1N1) ainda no desembarque. Os passageiros
que embarcam em vôos internacionais recebem essas
orientações via check in;
4 - A Anvisa retém às DBAs (parte relativa
ao viajante), preenchidas pelos passageiros de vôos
internacionais, como fonte de informações
para busca de contatos quando constatada a presença
de viajante que se enquadre como caso confirmado em determinado
vôo;
5 - A Infraero tem veiculado, em todos os aeroportos
do país, informes sonoros sobre sintomas da doença
e a indicação de buscar o Posto da Anvisa
no aeroporto caso o viajante apresente os referidos sintomas;
6 - A Anvisa reforçou o número de
funcionários nos aeroportos de maior movimento no
país, com equipes dos Estados e municípios
que estão complementando as ações
de controle sanitário, sob coordenação
da Anvisa; e
7 - Os resíduos sólidos gerados a
bordo de todas as aeronaves provenientes de os vôos
internacionais devem ser considerados do grupo A e seguir
as boas práticas no gerenciamento de resíduos
sólidos, conforme a RDC
n° 56 de 06 de agosto
de 2008.
Nos portos:
1 - As embarcações procedentes de
outros países recebem o documento de Livre Prática
(obrigatório para a entrada da embarcação
no porto) a bordo após inspeção, com
a embarcação atracada. Caso exista viajante
compatível com a definição de caso
suspeito a bordo, a inspeção física é realizada
em fundeio ou área designada e somente após, é concedida
a Livre Prática;
2 - O comandante ou representante legal da embarcação
deve informar imediatamente à autoridade sanitária
todos os casos que se encaixam na definição
de suspeito;
3 - A Anvisa disponibilizou, nos portos, material
informativo sobre a influenza AH1N1 para acesso de toda
a tripulação e comunidade portuária
local; e
4 - Os resíduos sólidos gerados a bordo
de todas as embarcações provenientes das áreas
afetadas devem ser considerados do grupo A e seguir as
boas práticas no gerenciamento de resíduos
sólidos, conforme a RDC
n° 56 de 06 de agosto
de 2008.
Fronteiras:
1 - Os veículos terrestres de transporte
coletivo de passageiros têm sido abordados para inspeção
física e verificação da presença
ou não de viajantes compatível com a definição
de caso suspeito a bordo; e
2 - A Anvisa disponibilizou, nas fronteiras em que
se faz presente, material informativo sobre a influenza
A(H1N1).
Equipamentos de Proteção Individual
(EPI):
1 - A Anvisa publicou, em 07 de maio de 2009, Protocolo
de uso de EPI - Orientações sobre a necessidade
do uso de Equipamentos de Proteção Individual
(EPI’s) para os serviços de Portos, Aeroportos,
Fronteiras e Recintos Alfandegados;e
2 - Caso haja casos suspeitos a bordo de aeronaves,
embarcações e veículos terrestres
de transporte coletivos de passageiros, a equipe da Anvisa
e demais órgãos competentes utilizarão
na abordagem aos viajantes os seguintes equipamentos de
proteção individual: máscara (padrão
N95 ou PFF2), óculos de proteção,
luvas de procedimento e avental.
Demais ações:
1 - Todos os casos suspeitos, identificados nos aeroportos,
portos e fronteiras, são encaminhados para os hospitais
de referência e notificados ao Ministério
da Saúde;
2 - A Anvisa emite o Termo de Controle Sanitário
de Viajantes (TCSV) diante da identificação
de viajantes compatíveis com a definição
de casos suspeitos, identificados nos aeroportos, portos
e fronteiras;
3 - Atualização diária das orientações
aos viajantes no sítio da Anvisa (www.anvisa.gov.br/viajante);
4 - A Agência adquiriu 8.4 mil unidades de 100 ml
de álcool gel para higienização das
mãos dos trabalhadores da linha de frente em portos,
aeroportos e fronteiras;
5 - As “Recomendações para Hospitais
de Referência para o Atendimento de Pacientes com
Suspeita de Infecção por Nova Cepa de Influenza” estão
publicadas nos sitos da Anvisa e do Ministério da
Saúde;
6 - A Anvisa publicou orientações
para serviços e profissionais de saúde sobre
organização e controle de infecção
em serviços de saúde;e
7- Estão em processo de produção
dois filmes de orientação ao profissional
de saúde quanto ao manejo de casos suspeitos, sendo
um deles aplicável também a todos os trabalhadores
que atuam em linha de frente nos portos, aeroportos e fronteiras.
Confira o histórico
completo (PDF) das ações
da Anvisa nos pontos de entrada do país em nota
técnica publicada
no hotsite da
Agência sobre influenza A(H1N1).
Informações:
Ascom/Assessoria de Imprensa da Anvisa
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