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Anvisa Divulga - Notícias da Anvisa: Diário e Mensal

Brasília, 24 de setembro de 2004 - 10h
Regulamento torna obrigatórias boas práticas em lanchonetes e restaurantes


Dinheiro na mão – Focado em todas essas frentes, o regulamento busca assegurar ao máximo a qualidade dos alimentos vendidos ao consumidor. O descuido com a comida pode causar inúmeros problemas à saúde e até levar a pessoa à morte, dependendo do seu estado de defesa imunológica. Um dos graves problemas provocados pelo tratamento inadequado das comidas é a contaminação pela salmonela. Essa bactéria causa diarréia, dores abdominais, febre, dor de cabeça, mal-estar, desidratação e calafrios.

O asseio pessoal dos funcionários dos estabelecimentos comerciais é prioridade no regulamento. A norma diz que nenhum empregado pode apresentar uma lesão no corpo se vai ter algum contato com a comida. Suas roupas também precisam estar limpas e os cabelos e barba protegidos por redes, toucas e máscaras.

O preparo, o armazenamento e a exposição dos alimentos são outro alvo da normatização. Há mais de 15 regras para esses processos. “Estipulou-se qual a temperatura mínima para um alimento quente e a máxima para um congelado”, exemplifica Cleber Ferreira, que admite que pode haver flexibilidade em certas circunstâncias. “É possível que um comerciante não consiga armazenar um alimento preparado congelado na temperatura máxima exigida. Nesse caso, poderá aumentar a temperatura, só que deverá reduzir o prazo de validade do alimento”, cita Ferreira.

Dinheiro próximo do alimento nem pensar. Nada de aquela pessoa ficar contando o troco e em seguida ter contato com algum alimento. Recente reportagem em uma emissora nacional de televisão mostrou o absurdo de um funcionário de uma lanchonete entregando o produto com uma das mãos e manuseando o dinheiro com a outra. Constrangido pela equipe de TV, ao ser questionado sobre sua atitude, o empregado do local respondeu de forma não menos absurda: “É que eu pego a comida com uma mão e entrego o dinheiro com a outra”.

Pelo regulamento da Anvisa, a área de pagamento – onde se manipulam cheques, dinheiro e cartões – deve ficar isolada de onde os alimentos estiverem armazenados. Essa é mais uma precaução para evitar a contaminação. Os fiscais ainda estarão atentos à conservação dos locais. Eles vão ficar de olho na edificação e nas instalações físicas, e levarão em conta na sua avaliação aspectos como ventilação, climatização e revestimento dos pisos, paredes, portas, janelas e teto, além da rede de água e esgoto.

As áreas de manipulação de alimentos terão que ter um lavatório exclusivo para higiene das mãos. Os fiscais verificarão se os responsáveis pelo local tomam as providências necessárias para evitar a presença de insetos, roedores e outros animais nocivos.

As Informações são da Agência Saúde
Assessoria de Imprensa da Anvisa

 
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