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Anvisa Divulga - Notícias da Anvisa: Diário e Mensal

Brasília, 15 de agosto de 2005 - 16h15
Onze estados receberam Lidocaína da Medicminas

A Anvisa alertou, hoje (15/08), 11 estados para que não usem nenhum dos produtos distribuídos pela empresa Medicminas Equipamentos Médicos Ltda. A empresa é clandestina e foi a responsável pela distribuição dos anestésicos suspeitos de terem causado a morte de 3 pessoas, na Bahia. A Vigilância Sanitária apurou que, além da Bahia, os estados Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, São Paulo e Tocantins, também receberam os medicamentos da empresa Medicminas.

Os medicamentos Lidocaína spray 500 ml, Lidocaína 10% solução 500ml e Lidocaína 2% Gel 120g, da empresa Medicminas Equipamentos Médicos Ltda, com sede em Belo Horizonte (MG), não podem ser comercializados, nem utilizados em procedimentos médicos, desde sábado, dia 13, quando a Anvisa determinou a suspensão desses anestésicos. A decisão foi tomada depois que três pessoas morreram e 12 se sentiram mal logo após usar o medicamento.

As Vigilâncias Sanitárias estaduais de Minas Gerais e Bahia, em ação integrada com a Anvisa, estão apurando a causa das mortes. A empresa Medicminas Equipamentos Médicos Ltda foi interditada por não possuir Autorização de Funcionamento concedida pela Agência. As análises do medicamento estão sendo feitas por laboratórios oficiais, vinculados ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária.

A determinação da Anvisa não compromete a realização de exames de endoscopia desde que a Lidocaína utilizada não seja da empresa interditada.

Qualquer relato de reações adversas por uso desses medicamentos deve ser notificado a Agência, pelo site www.anvisa.gov.br, no link Eventos Adversos.

Veja alerta técnico da Unidade de Farmacovigilância da Anvisa sobre o assunto.

Saiba mais:


Lidocaína da empresa Medicminas está suspensa

Informação: Assessoria de Imprensa da Anvisa

 
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