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Anvisa Divulga - Notícias da Anvisa: Diário e Mensal

Brasília, 16 de abril de 2008 - 8h55
ICMS é imposto com maior impacto no preço final de medicamentos

O imposto sobre circulação de mercadorias e prestação de serviços (ICMS) é um dos principais responsáveis pelo preço final dos medicamentos no Brasil. Em alguns casos, o ICMS chega a representar 23,45% do preço final produto. É o que revela o estudo “Resumo dos Tributos Incidentes sobre o Setor Farmacêutico(PDF), realizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) durante o ano de 2007.


O relatório da Agência aponta que a incidência tributária do ICMS nos medicamentos é mais alta do que nos produtos da cesta básica, mas é igual à maioria dos produtos consumidos no país. “A contradição é tão grande que os medicamentos de uso veterinário são isentos de ICMS, enquanto os de consumo humano chegam a pagar uma alíquota interna de 19%”, afirma o chefe do núcleo de assessoramento econômico em regulação da Anvisa, Pedro Bernardo.

Por outro lado, o imposto sobre produtos industrializados (IPI) não incide em nenhum produto farmacêutico, fármacos e seus intermediários de síntese, por apresentar alíquota zero para esses produtos. O PIS e o COFINS incidem em três alíquotas diferentes sobre os medicamentos: isentos, 12% e 9,25%.

O mercado de medicamentos está submetido, ainda, ao imposto de importação. O imposto de importação apresenta alíquotas sobre medicamentos que variam de 0 a 18%.

Consolidação - O estudo da Anvisa é um consolidado dos principais tributos, instrumentos legais, isenções e benefícios fiscais do setor farmacêutico. O trabalho apresenta também a Nomenclatura de Valor Aduaneiro e Estatístico (NVE), que aperfeiçoa o controle tributário e sanitário na importação de medicamentos e fármacos.

O relatório da Agência pretende dar transparência à incidência de impostos no mercado de medicamentos brasileiro. “Os impostos incidem em vários momentos da cadeia produtiva e com diversas tarifas, o que dificulta o calculo do total de impostos pagos no produto final”, explica Pedro Bernardo.

Segundo Pedro Bernardo, a solução desse problema está na realização de uma reforma tributária que reduza a quantidade e o percentual dos impostos. Para o ICMS, Bernardo ressalta a importância de uma alíquota única para todos os estados e transações interestaduais, que não ultrapasse os 12%.

ICMS - Alíquotas internas definidas pelos estados:

Estado

Alíquota Interna
Rio de Janeiro
19%
São Paulo, Minas Gerais e Paraná
18%
Minas Gerais (medicamentos genéricos)
12%
Demais Estados
17%

ICMS - Alíquotas de operações interestaduais definidas pelo Senado Federal:

Estado de Destino

Alíquota
Sul e Sudeste exceto Espírito Santo
12%
Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Espírito Santo
7%

Informações: Ascom/Assessoria de Imprensa da Anvisa

 
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