Acesse o Portal  do Ministério da Saúde
Acesse o Portal do Governo Brasileiro
 
Fale Conosco
Mapa do Site
Sites de Interesse
Perguntas Freqüentes
Escolha seu Perfil
Espaço Cidadão Profissional de Saúde Setor Regulado
DestaquesCadastre-se nos Boletins Eletrônicos da Anvisa
Em Questão - O Governo Informa (site da Presidência da República)
Licitação
 

 

Anvisa Divulga - Notícias da Anvisa: Diário e Mensal

Brasília, 18 de abril de 2008 - 9h25
Qualidade dos serviços de atenção materna e neonatal

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) promoveu nesta semana, em Belo Horizonte, a Oficina para Construção de Estratégias para Melhoria de Qualidade dos Serviços de Atenção Materna e Neonatal – regiões Sul e Sudeste. A iniciativa faz parte do Pacto pela Redução da Mortalidade Materna e Neonatal e do Pacto pela Vida, coordenados pelo Ministério da Saúde.

Este é o quinto encontro deste tipo, que já foi realizado em todas as regiões do país. O objetivo é sensibilizar os gestores de saúde dos estados e dos municípios sobre as estratégias no âmbito da vigilância sanitária que podem contribuir para a redução da mortalidade materna e neonatal. Um exemplo é a melhoria da qualidade sanitária dos estabelecimentos de saúde que atendem este público.

Índices

Estudos internacionais mostram que as Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (Iras) afetam mais de 30% dos neonatos em todo o mundo (bebês com até 28 dias de nascidos) e seus índices podem ser até cinco vezes maiores do que os detectados entre as crianças de maior idade.

Segundo estimativa do Datasus, banco de dados do Sistema Único de Saúde, 60% da mortalidade infantil no Brasil ocorre no período neonatal, sendo a sepse neonatal (infecção generalizada) uma das principais causas. Em 2005, 1.620 mulheres e 34.382 recém –nascidos morreram por complicações na gravidez ou parto no Brasil.

As Iras são mais freqüentes em bebês internados em UTI’s e geralmente estão associadas com o peso ao nascer, a utilização de cateter venoso central e o tempo de ventilação mecânica a que os neonatos têm de ficar submetidos. A Organização Panamericana da Saúde (OPAS) estima que 95% das mortes maternas poderiam ser evitadas com os conhecimentos e a tecnologia médica disponíveis no país e com medidas de impacto social.

Informações: Ascom/Assessoria de Imprensa da Anvisa

 
Endereços Importantes
  Voltar Subir Imprimir  
Copyright 2003 - Anvisa