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Brasília, 05 de agosto de 2009 - 17h
Luís Querino Araújo Caldas

Doutor em Farmacologia e Toxicologia pela Universidade de Bradford, pós-doutor e professor visitante da Universidade de Harvard. Mestre em Farmacologia e Terapêutica Experimental pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, médico especialista em Alergia e Imunologia pelo Conselho Federal de Medicina e Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Membro da European Society of Toxicology e da Society for Risk Analysis, consultor da Anvisa e Gerente de Projetos da GTZ (Gessellschaft Technische Zuzammenarbeit) para America Latina e Caribe. É professor associado da Universidade Federal Fluminense (UFF), consultor em Toxicologia e Alergia do Ministério da Saúde e Anvisa (Alimentos, Saneantes, Medicamentos) e consultor permanente da ECO-OPAS/OMS sediado em Mepetec (México) e da FAO/OMS (Roma) para Alergenicidade e Toxicidade de Organismos Geneticamente Modificados.

Professor convidado da Universidade Federal de São Paulo, Universidade Federal do Pará, Universidade Federal de Goiás e professor orientador da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi pesquisador associado da Fundação Oswaldo Cruz e aprovado em concurso para professor titular da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP). Atualmente, é docente responsável pela disciplina de Toxicologia Clínica da Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense.

Entrevista

1 – Qual a importância da CTCAF para a segurança dos alimentos consumidos no Brasil?

Resposta: Regulação de mercado segundo itens de segurança e risco na composição de produtos para consumo

2 – Podemos notar alguma evolução ao longo desses 10 anos de Comissão? Quais?

Resposta: Adaptação dos produtores aos procedimentos regulatórios e implantação de metodologia própria na regulamentação de produtos

3 – Quais os principais desafios que a Comissão ainda precisa superar?

Resposta: Uso e abuso de referências e regulamentos nos processos para avaliação sem comprovação ou com base científica incipiente.

4 - O Brasil dispõe de mecanismos eficientes para acompanhar a evolução tecnológica e inovações dos alimentos sem expor a população a riscos de saúde? Quais?

Resposta: Poderia haver um organismo independente auto-regulador do setor que balizasse os excessos e ilícitos do mesmo.

5 – Como você avalia a atuação da CTCAF ao longo desses 10 anos? Existe algum caso que gostaria de relembrar?

Resposta: Coesão, consenso, crescimento e responsabilidade social. Sim, um caso emblemático tem sido o dos probióticos, que até hoje vem sendo discutido, onde as evidencias de atividades funcionais para diversas propriedades, até o momento, não se consolidaram para que pudéssemos aumentar o leque de alegações (como alimento e não medicamento).

Informações: Ascom/Assessoria de Imprensa da Anvisa

 
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