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Anvisa Divulga - Notícias da Anvisa: Diário e Mensal

 

Brasília, 25 de outubro de 2000

Anvisa recomenda padrões de qualidade de ar em ambientes com ar condicionado

O ar de interiores ficará mais puro. Foi publicada a Resolução RE nº 176, de 24 de outubro de 2000 - (DOU de 25/10/2000), que estabelece a Orientação Técnica contendo os Padrões Referenciais de Qualidade do Ar Interior, em ambientes de uso público e coletivo climatizados artificialmente.

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A partir de agora a população passa a ter parâmetros para avaliar se o ar que ela respira em edifícios com ar condicionado está prejudicando ou não sua saúde.

Dentre outros itens, a Resolução recomenda o índice máximo de poluentes de contaminação biológica e química e parâmetros físicos do ar interior que o ambiente poderá apresentar e a possibilidade de intervenção em locais classificados como tendo padrões de ar regulares ou ruins.

Os padrões de contaminação biológica dizem respeito ao máximo de fungos no ar, ou seja, 750 ufc/m² . Já os valores mínimos de contaminação química podem ser medidos de acordo com a quantidade de CO2 no ar, no máximo 1000 ppm de dióxido de carbono, além da quantidade de aerodispersóides totais no ar, ou 80 µg/m³.

A Resolução orienta ainda como parâmetros físicos as temperaturas, umidades relativas e velocidade do ar de interiores ideais.

Esses valores máximos recomendáveis é o que separa as condições da ausência e de presença do risco de agressão à saúde humana. Para os locais climatizados de uso restrito, tais como os que atendem a processos produtivos, instalações hospitalares e outros, há exigências específicas de filtros absolutos ou instalações especiais já normatizados em outras legislações.

A nova norma prevê ainda os métodos analíticos e as recomendações para controle, caso o ar esteja em condições insatisfatórias e orienta também medidas de correção em ambientes interiores, já que as principais fontes de poluição nesses ambientes são as bactérias, fungos, protozoários, vírus, algas, pólen, artrópodes e animais roedores, morcegos e aves.

Com a determinação dos métodos analíticos, qualquer laboratório minimamente equipado será capaz de avaliar se as amostras colhidas no local estão dentro ou fora dos padrões estabelecidos.

Entre as medidas de correção estão a limpeza e a conservação das torres de resfriamento, higienização dos reservatórios e bandejas de condensado ou a manutenção de tratamento contínuo para eliminar as causas, as infiltrações e higienização de todo o sistema de ar. A Resolução orienta também o controle de máquinas de fotocópias, a correção da umidade ambiental, manutenção sob controle rígido vazamentos, infiltrações e condensação de água. O importante é manter tratamento contínuo para eliminar as fontes, materiais porosos contaminados e vasos de plantas com cultivo em terra ou substituir pelo cultivo em água e utilizar filtros G-1 na renovação do ar externo.

O objetivo dessa nova orientação é pesquisar, monitorar e controlar o processo de climatização de ar em ambientes com ar condicionado.

Por fim a Resolução recomenda que as vigilâncias estaduais e municipais com o apoio da população e outros órgãos, utilizem o documento nas inspeções periódicas de edifícios com ambientes climatizados artificialmente.

 

 

 
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