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Genéricos na Imprensa Notícias
BRASÍLIA.
A partir de amanhã, os medicamentos similares vendidos com
nomes genéricos estarão fora do mercado brasileiro.
Os laboratórios que fabricam esses produtos tiveram seis
meses para adotar um nome de marca para os medicamentos ou submetê-los
a testes de bioequivalência para que se tornassem genéricos.
Remédio
similar, agora, só com nome fantasia (Luciana Miranda) A partir de amanhã, as farmácias estão proibidas
de vender similar que tenha na embalagem só o nome do princípio
ativo (principal substância de um remédio). Todos os
similares à venda serão obrigados a ter nomes fantasia.
A medida, adotada pela Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa), quer evitar que o consumidor confunda
similar com genérico. De acordo com a Anvisa, havia 2.549 similares reconhecidos apenas pelo nome do princípio ativo. A maioria deles - exatos 2.067 - ganhou um nome fantasia e continua sendo similar. Outros 56 se transformaram em genérico. Estão sendo analisados 230 similares para ganhar um nome comercial e 61 estão em testes para virar genérico. Os 135 similares restantes saíram do mercado. Os similares que estiverem fora da nova norma serão recolhidos a partir de amanhã. "As vigilâncias sanitárias do País foram orientadas para fiscalizar isso", afirma Vera. Segundo ela, não há motivo para que as farmácias tenham estoques grandes do similar sem nome fantasia. "Afinal, demos prazo de abril a setembro para que a venda desses similares com o nome genérico fosse proibida." "Até o médico não sabe a diferença entre genérico e similar", critica o médico Gilberto De Nucci. Professor nas Universidade de São Paulo e Estadual de Campinas, De Nucci já viu colegas confundirem os dois tipos de remédio.
Registros - Adiado julgamento da Masa Adiado julgamento da Masa - O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) adiou para o próximo dia 20 a decisão sobre o preço mínimo de venda da Mineração Areiense S.A. (Masa), que teve falência decretada em dezembro de 1998. Os maiores credores da produtora de zinco, um 'pool' de bancos, contestam o valor de US$ 22,5 milhões arbitrado em primeira instância. Eles alegam, por meio de um agravo de instrumento, que a Masa já
recebeu oferta de compra superior: US$ 40 milhões. Além
disso, argumentam que a legislação garante ao síndico
da massa falida (o Banco do Brasil) a prerrogativa de fixar o preço
mínimo de venda. A partir da próxima semana, só vão poder
ser oferecidos dois tipos de remédio: os de marca e os genéricos.
A determinação consta na resolução 36/01,
da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
e tem o objetivo de deixar mais clara a regulamentação
dos genéricos, segundo a Anvisa.
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