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29/12

UA sofrerá mudanças em 2002

29/12

Genérico de medicamento para acne já está à venda

UA sofrerá mudanças em 2002
Fonte: A Crítica - 29/12/2001

Cidades

Apesar da greve que durou quase 80 dias, a Universidade do Amazonas (UA) estreou nova administração com uma quantidade de obras e de recursos que já está provocando mudanças significativas na instituição. Uma das principais é a concentração de praticamente todos as unidades acadêmicas no campus universitário, no Aleixo, Zona Leste. "A Faculdade de Estudos Sociais já inicia as aulas do próximo ano no novo prédio, enquanto as obras da Faculdade de Direito já estão licitadas e serão iniciadas", explicou o reitor, Hidembergue Frota.

Para surpreender alunos e professores no reinício das aulas, no dia 3 de janeiro próximo, a recuperação da estrada de acesso ao Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL), duplicada e urbanizada, é o cartão de visitas número um, explica. "A estrada estava cheia de crateras e tinha metade da largura atual. Agora está com sistema de drenagem para evitar que volte a ficar deteriorada", disse Hidembergue.

Os alunos dos cursos de Administração, Economia e Contabilidade terão um novo local de estudo. A Faculdade de Estudos Sociais (FES), que funcionava no antigo seminário São José, na rua Emílio Moreira, Centro, Zona Centro-Sul, ganhou novo prédio, dotado de biblioteca no campus. Toda a área administrativa já foi transferida, faltando só o início das aulas, explicou.

Nova fase também espera os alunos da Faculdade de Direito (Faced), cujo prédio atual, na rua Coronel Pessoa, no Centro, Zona Centro-Sul, não oferece mais condições para o curso. Sem estacionamento próprio e com o prédio deteriorado, a decisão foi construir um novo prédio, no campus. O Ministério da Educação (MEC) já liberou R$ 3 milhões para a obra que deverá ser concluída no final do próximo ano. A faculdade vai ganhar três prédios de dois andares cada, sendo dois destinados às salas de aula e um para a administração. "Será quatro vezes maior que o prédio do Centro", disse Hidembergue, revelando que o prédio terá ainda uma área de convivência e estacionamento, que é uma das grandes reclamações dos alunos e professores daquela faculdade. Segundo o reitor, a proposta de emenda feita pelo senador Gilberto Mestrinho foi essencial para aprovação da verba destinada a essa obra.

Fábrica de medicamentos

Há cinco meses no cargo, Hidembergue anuncia o convênio com o Ministério da Saúde (MS) para a construção da primeira fábrica de medicamentos da Amazônia Ocidental. O convênio, assinado com o ministro José Serra, na semana passada, em Manaus, garantiu a liberação de R$ 2 milhões para as obras de construção civil do projeto.

Hidembergue destaca a atuação da deputada federal Vanessa Grazziotin, autora da emenda da bancada do Amazonas que beneficiou o projeto da fábrica. Além destes recursos, mais R$ 2 milhões serão liberados no próximo ano para equipar a fábrica que será a primeira a produzir medicamentos genéricos na Região Norte. "Além disso, a fábrica servirá para treinamento de recursos humanos para os alunos do curso de Farmácia e permitirá o desenvolvimento de pesquisas da flora para a produção de novos medicamentos, atendendo a toda a Região Norte", exemplificou.

Recursos de R$ 500 mil virão do Ministério da Saúde, financiados pela Caixa Econômica Federal (CEF) para a construção de um ginásio para portadores de deficiência física. A Universidade do Amazonas recebeu ainda recursos na ordem de R$ 1,3 milhão para a compra de equipamentos para laboratórios de pesquisas. Segundo ele, já chegaram na instituição 41 caixas com equipamentos que serão repassados para as unidades de Biologia, Física, Química, Farmácia, Odontologia e Engenharia, entre outros. "É um volume considerável", afirma Hidembergue.

Genérico de medicamento para acne já está à venda
Fonte: Folha de S. Paulo - 29/12/2001

São Paulo/ SAÚDE

Os primeiros lotes do genérico da isotretinoína (para acne), mais conhecida por Roacutan, começaram a ser comercializados ontem. O medicamento genérico está, em média, 43% mais barato. Uma caixa do Roacutan com 30 comprimidos de 20 mg, por exemplo, custa R$ 170,24. No caso do genérico, a mesma versão custará, em média, R$ 101,13.

 
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