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Genéricos na Imprensa
Notícias
Esparadrapo
político
Fonte:
Folha de São Paulo - 16/05/2002
O governo atuou para não dar quórum à audiência
no Senado que tentou, anteontem, tomar o depoimento de Luiz Moreira
Lima, diretor da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância
Sanitária). Ele levantaria dúvidas sobre a qualidade
dos genéricos aprovados pelo Ministério da Saúde.
DF
ganha duas fábricas de medicamentos genéricos
Fonte:
Jornal de Brasília - 16/05/2002
Missão comercial do governo chinês
está em visita oficial para avaliar futuros negócios
.
Marcelo Vieira
Duas das maiores empresas da indústria farmacêutica
no País, a Medlin e a Emes, serão as próximas
a integrar o Pólo Farmoquímico do Distrito Federal
pertencente ao Pró-DF, anunciou, ontem, o secretário
de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia,
Afrânio Roberto.
As duas empresas, que operam em diversas capitais, serão
construídas no Pólo JK em Santa Maria, onde se encontra
em implantação a primeira indústria do setor
, a União Vitória. As três empresas detêm
50% do mercado de produtos genéricos no Brasil.
Segundo o secretário de Desenvolvimento, a União Vitória,
Emes e Medlin investirão cerca de R$ 70 milhões na
construção de suas instalações e compras
de equipamentos e irão gerar cerca de 1,4 mil empregos diretos.
Assim como a União Vitória, a Emes e a Medlin investirão
na produção de genéricos para o mercado exportador
- países do Mercosul - e à rede de grandes, médios
e pequenos grupos farmacêuticos do Centro-Oeste e de outras
regiões do País.
Com incentivos do Pró-DF, a União Química ocupará
uma área de 200 mil metros quadrados, dos quais 82 mil de
área construída e deverá entrar em operação
entre setembro e outubro de 2003.
A Medlin contará com uma área total de 45 mil metros
quadrados, mas sua área construída será de
17 mil metros quadrados. A Emes se instalará em 125 mil metros
quadrados, ocupando uma área construída de 60 mil
metros quadrados.
A União Química está com obras em fase de terraplanagem
e a Medlin e a Emes devem começar a construção
de suas instalações no início de setembro deste
ano. Além das três empresas da indústria farmacêutica,
o Pólo Farmoquímico abrigará o Armazém
de Estocagem de Medicamentos do Ministério da Saúde.
Ontem, missão técnica da China reuniu-se, em Águas
Claras, com o governador Roriz, o secretário de Saúde,
Paulo Kalume; de Desenvolvimento Econômico, Ciência
e Tecnologia, Afrânio Roberto; e o Subsecretário de
Relações Internacionais, José Luiz Naves.
Como um dos maiores exportadores de matérias-primas para
laboratórios farmacêuticos do País, a China
veio conhecer a qualidade e os preços dos produtos fabricados
no DF.
Segundo Afrânio Roberto, ainda não há agenda
de encontros de empresários chineses com o governo para se
negociar a vinda de empresas daChina para as áreas de Desenvolvimento
Econômico do Pró-DF, embora seja grande o interesse
chinês em investir no Programa.
Lista
telefônica trará genérico
Fonte:
Jornal de Brasília - 16/05/2002
A partir de setembro, quando o brasiliense quiser saber se existe
ou não um genérico para o medicamento que está
tomando, ele poderá consultar a lista telefônica. A
Telelistas deste ano está com um espaço de quatro
páginas dedicado especialmente à divulgação
da relação de nomes dos genéricos disponíveis
no mercado.
O interessado poderá consultar a relação pelo
nome do medicamento de referência ou do genérico. Atualmente,
existem cerca de 427 genéricos diferentes nas farmácias
do País. Segundo um levantamento feito pela Agência
de Vigilância Sanitária (Anvisa), eles custam, em média,
45% menos que os remédios de marca.
O grupo Telelistas fez um acordo com o Ministério da Saúde
para divulgar a relação na lista, com atualização
feita até o fechamento de cada edição, setembro
no caso do Distrito Federal. Serão distribuídos cerca
de 27 milhões de exemplares da lista telefônica por
todo o País. Só no DF, são 610 mil exemplares.
De acordo com o presidente do Grupo Telelistas, Milton Kelmanson,
"isto facilita a vida do consumidor. A partir do lançamento
da nova lista telefônica, ele vai poder chegar em casa, verificar
a existência de um genérico, andar três páginas,
escolher a farmácia, ligar e receber o remédio em
casa", explica. A relação também pode
ser consultada no site www.telelistas.net.
A gerente geral de medicamentos genéricos da Anvisa, Vera
Valente, diz que embora as farmácias sejam obrigadas a disponibilizarem
uma lista dos genéricos, a maioria delas não tem a
relação. "As farmácias têm interesse
em vender o mais caro, pois os laboratórios oferecem premiações
ou comissões sobre a venda", afirma.
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