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Teleconferência
Pela manhã, o diretor-presidente e técnicos da Anvisa participaram de uma teleconferência com outras doze agências sanitárias de todo o mundo. De acordo com as informações relatadas pela outras agências, o nível de informações sobre as prótese que temos no Brasil é semelhante ao dos outros países.
Ficou combinado entre as doze agências reguladoras que novas informações sobre problemas com as próteses de fabricação francesa serão divididas entre os países. Participaram da teleconferência representantes do Japão, Cingapura, Austrália, EUA, Alemanha, Agência Europeia, Inglaterra, Nova Zelândia, Irlanda, China, Brasil e Holanda.
A Anvisa anunciou ainda que vai inspecionar as 17 fábricas de próteses mamárias registradas no Brasil e que ainda não foram visitadas por técnicos da Agência. Segundo Dirceu Barbano, a Anvisa já está avaliando a implantação do teste lote a lote de todas as próteses mamárias importadas pelo país. Esse processo existe atualmente para preservativos e luvas.
O primeiro vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBPC), Luciano Chaves, declarou ainda que os cinco mil profissionais ligados à sociedade estão a disposição para auxiliar o trabalho de atendimento às pacientes.
Cadastro
Outro medida acertada entre a Anvisa e as sociedades médicas é a implantação de um cadastro de todas as próteses mamárias implantadas no país. O objetivo é ter um banco de dados que permita identificar com agilidade informações como marca e lote das próteses além do nome da pacientes que o recebeu.
Ouça a íntegra da entrevista do Diretor-Presidente
Carlos Augusto Moura - Imprensa/Anvisa