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Institucional

 

Ouvidoria

Boletim Ouvidoria Anvisa

Edição nº 10, de 2 de abril de 2007 - Ano 1

Os Riscos do Bronzeamento Artificial
Medicamento Falsificado
Medicamento sem registro
Tempo de Resposta ao cidadão sinaliza desempenho da Anvisa
Dúvidas sobre o RED BULL, LIDOSTESIN, SUCO NONI

 

Os Riscos do Bronzeamento Artificial

A Anvisa alerta que a exposição contínua ao bronzeamento artificial traz danos a longo prazo como o risco de câncer de pele, envelhecimento da pele e queimaduras. Mas ainda é possível o surgimento de problemas imediatos.

A agência alega que apesar da prática não trazer benefícios à saude, servindo apenas do ponto de vista estético, não pode ser proibida. Cabe a Anvisa desaconselhar a utilização de mecanismos artificiais, que podem aumentar o risco de danos à pele, e recomendar que o interessado verifique se o produto ou o equipamento possui registro.

Há regras de utilização de câmaras de bronzeamento artificial. Por exemplo, é proibida a repetição do bronzeamento em menos de 48 horas. São necessárias a presença de um técnico treinado para operar a câmara e a manutenção preventiva com laudo de peritos, sobre o nível da radiação. Além destas medidas, o usuário deve apresentar uma avaliação médica da pele com nível de risco.

 

Medicamento Falsificado

Novo lote falsificado do Cialis foi encontrado. Os lotes A510410 e A185755 foram identificados em fevereiro e março respectivamente. Desta vez, foi o A152068. Os lotes falsificados do medicamento usado para tratamento de disfunção erétil não foram produzidos pela empresa Eli Lilly do Brasil Ltda, fabricante do produto original.

Falsificar medicamento é crime hediondo previsto no Código Penal. Os produtos falsificados devem ser apreendidos e inutilizados em todo país, conforme determinou a Anvisa.

Denúncias podem ser feitas no serviço de atendimento ao consumidor da Eli Lilly do Brasil: 0800 7093636, na Anvisa pelo e-mail: inspecao@anvisa.gov.br ou na Vigilância Sanitária mais próxima.

 

Medicamento sem registro

Todos dos produtos sujeitos à vigilância sanitária do Laboratório e Indústria Farmacêutica Latyno Ltda de Hortolândia (SP) estão impedidos de serem fabricados, distribuídos, comercializados e utilizados.

A decisão da agência foi tomada porque o laboratório Latyno estava produzindo sem ter autorização na Anvisa e nem registro dos produtos.

Outro medicamento suspenso foi o Isoface fabricado depois de 10/07/2006 pela Valeant Farmacêutica do Brasil Ltda de Campinas (SP). Usado em casos graves de acne, o Isoface estava com registro cancelado por descumprimento de exigências sanitárias. Mesmo assim, o produto continuava sendo fabricado.

 

Tempo de Resposta ao cidadão sinaliza desempenho da Anvisa

A partir de março de 2007, o atendimento feito pelas áreas técnicas da Anvisa, por meio da Ouvidoria, passa a ser incorporado na avaliação de desempenho da Agência. O indicador tem como base o tempo de resposta das solicitações.

De acordo com o Contrato de Gestão com o Ministério da Saúde, todas as áreas da Anvisa devem responder pelo menos 80% das demandas encaminhadas pela Ouvidoria em até 15 dias úteis. A maioria dos pedidos é recebido por meio do Anvis@tende, formulário eletrônico para envio de denúncias, reclamações e elogios.

Os dados de fevereiro revelaram oito áreas de destaque quanto à superação da meta: Comunicação, Tecnologia de Produtos para a Saúde, Informática, Cosméticos, Serviços de Saúde, Toxicologia, Atendimento ao Público e a Farmacovigilância obtiveram mais de 90% das respostas finalizadas dentro do prazo.

Para que todas as áreas técnicas consigam resultados semelhantes, a Ouvidoria está estruturando uma campanha interna. Quem tiver interesse, pode acompanhar as estatísticas mensais de atendimento pela página eletrônica da Ouvidoria

 

Dúvidas sobre o RED BULL, LIDOSTESIN, SUCO NONI

A Ouvidoria tem recebido vários questionamentos sobre um e-mail alegando que a bebida RED BULL contém substâncias que causam problemas de saúde. A Gerência de Produtos Especiais (GPESP) tem esclarecido que este é mais um spam que ressurge na internet, como tantos outros. Segundo a Gerência, a substância glucuronolactona é um composto químico natural e está envolvido em reações metabólicas próprias do organismo humano. “Não foram encontradas informações proibitivas do FDA que é a Agência Norte-Americana responsável pela regulamentação de medicamentos e alimentos”, afirmou a GPESP.

Já sobre os anestésicos Lidostesin 3% e Lidostesina do laboratório Probem, continua em vigor a suspensão da distribuição, comércio e uso de todos os lotes desses medicamentos e cabe a empresa fazer o recolhimento dos mesmos. A área de Inspeção da Anvisa ainda informa que não há restrição quanto aos outros medicamentos desse laboratório.

A Ouvidoria também tem registrado diversos procedimentos sobre o suco Noni (mais de 100 desde 2002). Consumidores querem saber se a bebida está regularizada na Anvisa. A Gerência de Produtos Especiais esclarece que o suco em questão não possui registro na agência e alerta que nenhum produto da área de alimentos pode fazer referência a propriedades medicamentosas ou terapêuticas (art. 56 do Decreto-Lei n. 986/69).

 

Informação: Assessoria de Imprensa da Anvisa e Ouvidoria
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Sugestões, pedidos de inclusão de contatos no nosso cadastro ou pedidos de exclusões, envie e-mail para ouvidoria@Anvisa.gov.br.
 
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