Portaria
n.º 54, de 18 de abril de 1996.
O
Secretário da Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, no uso de suas
atribuições e,
considerando
o parecer exarado pelo Grupo Técnico de Estudos sobre Medicamentos Antibióticos;
considerando o princípio do contraditório e a ampla defesa preceituadas
na Constituição Federal, resolve
Art 1º Publicar o parecer do referido Grupo Técnico de Estudos sobre Medicamentos
Antibióticos e seus anexos.
Art 2º Conceder o prazo de 15 (quinze) dias para que os interessados
apresentem razões técnicas fundamentais, estudos científicos, que possam contradizer
o parecer mencionado no artigo anterior e/ou solicitar a retirada dos seus produtos
do mercado. Art
3º Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação.
Elisaldo l. A. Carlini
GRUPO TÉCNICO DE ESTUDOS SOBRE MEDICAMENTOS
ANTIBIÓTICOS
O GEMA Grupo de Estudos sobre Medicamentos Antibióticos foi constituído como
Grupo Técnico, no âmbito do Departamento Técnico-Normativo da Secretaria Nacional
de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, de acordo com Portaria do Ministério
da Saúde publicada no Diário Oficial da União de 6/12/93.
Tal
Grupo Técnico foi composto pelos seguintes membros: Drs. João Silva de Mendonça
(Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo), José Luiz da Silveira Baldy
(Hospital Universitário da Universidade de Londrina), Walter Tavares (Hospital
do Fundão da Universidade Federal do Rio de Janeiro), Roberto Badaró (Hospital
Prof. Edgard Santos da Universidade Federal da Bahia), Reinaldo Menezes Martins
(Hospital da Lagoa do Rio de Janeiro) e Eduardo da Silva Carvalho (Hospital São
Paulo da Escola Paulista de Medicina), tendo como Coordenador-Geral o Dr. João
Silva de Mendonça.
Os
membros do GEMA reuniram-se na cidade São Paulo, em quatro oportunidades no transcorrer
do ano de 1994, e em mais uma no ano de 1995, tendo como meta desincumbirem-se
da missão de realizar estudos e emitir recomendações sobre Medicamentos antibióticos.
Em
suas reuniões o GEMA entendeu priorizar a análise, e oferecer subsídios para a
política de Medicamentos antibióticos, no que diz respeito a:
1. Associação de Medicamentos contendo antibióticos;
2. Bulas dos Medicamentos antibióticos;
3. Resistência bacteriana aos antibióticos e lista essencial de antibióticos;
4. Propaganda dos Medicamentos antibióticos.
Dentro da priorização escolhida apenas os antibióticos dotados de ação
antibacteriana e antifúngica, excluídos os de ação tópica, foram alvo destes estudos.
A contribuição do GEMA nestas áreas priorizadas está traduzida sob a forma
de quatro relatórios, abordando cada um dos itens escolhidos, contendo: a) motivação/fundamentação;
b) parecer/sugestões.
1. ASSOCIAÇÃO DE MEDICAMENTOS CONTENDO ANTIBIÓTICOS
a) Motivação/fundamentação:
Ao prescrever um Medicamento o médico (e por extensão o dentista e o veterinário)
deve saber a exata finalidade desta prescrição, bem como as características farmacológicas
da substância e sua indicação em função de características do paciente e da enfermidade
por ela apresentada. Em relação a indicação em Medicina humana, o médico deve
estabelecer a posologia, a via de administração, o tempo de uso, as precauções
e as advertências ao paciente, de acordo com particularidades de cada um, incluindo
o tipo e a gravidade do quadro clínico, a idade e o peso (às vezes, área corporal)
do enfermo, o estado de higidez de suas vias metabólicas e de absorção e excreção
do Medicamento, a existência de processos mórbidos concomitantes, idiossincrasias
e hipersensibilidades individuais e a administração simultânea de outros Medicamentos
(7, 11, 19, 21, 43).
O
uso de Medicações múltiplas e simultâneas pode ser uma contingência da enfermidade
ou de condições mórbidas diversas apresentadas pelo paciente, que podem tornar
necessária a utilização de diferentes substâncias para o tratamento das conseqüências
patológicas resultantes da alteração do estado de higidez. As co-prescrições são
freqüentes em terapêutica, sendo algumas obrigatórias, enquanto outras são empíricas
e abusivas (11, 13, 24, 37, 46). Entretanto, está hoje estabelecido que em toda
a associação de Medicamentos existe o risco de se produzirem interações que podem
modificar favorável ou desfavoravelmente a atividade das drogas, aumentar a toxicidade
e as reações adversas dos Medicamentos e elevar o custo do tratamento. Além disso,
a associação de Medicamentos é muitas vezes desnecessária, por ser fundamentada
em diagnóstico presuntivo ou prescrita em função de limitações do conhecimento
médico, sendo, mesmo, formalmente contra-indicada em determinados pacientes, em
decorrência de características fisiológicas ou patológicas apresentadas por esses
enfermos (3, 7, 11, 22, 24, 25, 29, 31, 45, 46).
No conceituado livro de GOODMAN & GILMAN The Pharmacological
Basis of Therapeutics, FINGL & WOODBURY assinalam, em relação a terapêutica
com múltiplas drogas, que a segurança da Medicação combinada deve ser avaliada
da mesma maneira que para o uso de uma só droga; nesse sentido, enfatizam que
a flexibilidade da posologia e do tempo de administração das drogas é, em geral,
sacrificada quando se usam combinações com doses fixas das substâncias.
RAMOS & RAMOS, no clássico livro de CORBETT intitulado Elementos
de Farmacodinâmica, editado em nosso País, sublinham que diversos fatores
influenciam a ação e o efeito de drogas, podendo ocorrer, quando se associam substâncias,
interferências de umas sobre as outras. Além disso, ressaltam que fatores dependentes
do organismo influenciam os efeitos dos Medicamentos, particularmente aqueles
relacionados com a idade, peso, sexo, condições patológicas e a tolerância individual
às drogas.
É freqüente, na literatura médica, a ênfase na restrição ao uso de associações
fixas de fármacos, na mesma fórmula de apresentação farmacêutica, argumentando-se,
ainda, que o uso de tais produtos incita a terapêutica com múltiplas drogas sem
o adequado estabelecimento da necessidade real de mais de um Medicamento, expõe
o paciente ao risco de efeitos adversos das drogas, aumenta o custo do tratamento
e encoraja o diagnóstico supérfluo e a terapêutica inapropriada (2, 7, 17, 23,
24, 27, 31, 32, 46, 48, 49, 50).
Em relação ao uso de substâncias antimicrobianas associadas entre si e
com outros tipos de drogas, são conhecidos os fundamentos de sua indicação, bem
como as potenciais e reais desvantagens dessa prática. Quando houver indicação,
os antimicrobianos podem ser utilizados concomitantemente com outros fármacos,
desde que respeitadas suas limitações, precauções e contra-indicações de uso.
Contudo, diversos fatores limitam e contra-indicam o emprego irrestrito das associações
contendo antimicrobianos de ação sistêmica, a saber: antagonismo de ação, seleção
de germes resistentes, risco aumentado de colonização do paciente e superinfecções
por germes resistentes, interações, farmacocinéticas e farmacodinâmicas prejudiciais
à ação das drogas, aumento de toxicidade e outras reações adversas, elevação do
custo do tratamento e falso senso de segurança na terapêutica (1, 2, 3, 4, 17,
25, 26, 27, 29, 31, 32, 33, 37, 42, 48,49).
Em particular, o emprego de antimicrobianos em formulações contendo associações
de fármacos em doses fixas, de modo geral, sofre restrições pois, além das desvantagens
já apontadas, essas associações, em sua maioria, expõem o paciente a doses insuficientes,
envolvem a possibilidade de interações químicas entre os componentes da fórmula
e não permitem a flexibilidade da posologia de acordo com o quadro clínico e o
paciente a que se destinam (4, 23, 27, 31, 32, 33, 48, 49).
Nos Estados Unidos da América a National Academy of Sciences e o National
Research Council posicionam-se contra o uso de combinações com doses fixas de
antimicrobianos, considerando que, embora individualmente as substâncias ativas
possam ser úteis em determinadas situações clínicas, deve o médico utilizar os
fármacos de acordo com o seu critério clínico, cabendo a ele realizar as associações,
se assim julgar necessário. Assinalam que o uso de combinações fixas expõe o paciente
a uma toxicidade maior, sem o correspondente aumento do benefício, e que o controle
da posologia dos componentes é sempre prejudicado com o emprego das combinações.
Em conseqüência, o Food and Drug Administration proibiu nos EUA a comercialização
da maioria dos preparados com associações fixas de antimicrobianos (27, 32, 49).
Entretanto, deve-se ressaltar que, modernamente, determinadas associações,
por suas características químicas, antimicrobianas, farmacológicas e terapêuticas
tem lugar e são aprovadas para uso em terapêutica antimicrobiana. Assim, são justificadas
as formulações contendo associações de sulfamídicos com trimetoprim; de penicilinas
com probenecida; de penicilina G procaína com penicilina G benzatina e/ou penicilina
G cristalina; de rifampicina com isoniazida; de imipenem com cilastatina; e de
penicilinas ou cefalosporinas com inibidores de betalactamases (2, 5, 6, 8, 9,
14, 16, 18, 20, 28, 30, 5, 36, 38, 41, 44, 47, 48, 51).
Credita-se ao Brasil o título de um dos países que possui o maior número
de especialidades farmacêuticas do mundo; esse exagerado número de Medicamentos
constitui o que se denomina poluição farmacêutica ou Medicamentos. A maioria das
especialidades farmacêuticas comercializadas no País é constituída pela associação
de fármacos. Tal característica é especificamente observada em especialidades
contendo antimicrobianos, tendo-se observado que, em 835 desses produtos, 69,2%
continham associações de antimicrobianos entre si e/ou com outras bases Medicamentosas
(4, 40).
Deve-se considerar que já em 1982, a Portaria nº 1 da DIMED, de 10 de fevereiro,
proibiu a produção e fabricação de associações contendo antibióticos e quimioterápicos
com outras substâncias, excluindo as associações de sulfas com trimetropim e de
rifampicina com isoniazida.
Em 1987, a Comissão Nacional de Controle de Infecção Hospitalar, por intermédio
do Grupo de Trabalho sobre Antimicrobianos, elaborou parecer considerando cientificamente
injustificável a venda em nosso País de especialidades farmacêuticas para uso
sistêmico contendo associações num só produto de antimicrobianos entre si e/ou
com outras substâncias básicas, com exceção de trimetropim com sulfamídicos e
de penicilina G procaína com penicilina G benzatina e/ou penicilina G cristalina.
Em 1989, a Oficina de Trabalho estabelecida pelo Ministério da Saúde para a formulação
de política na área de antimicrobiano retificou este parecer, considerando como
legítimas também as associações de penicilinas com probenecida, de rifampicina
com isoniazida, de imipenem com cilastatina e de antibióticos betalactâmicos com
inibidores de betalactamases.
b) Parecer/sugestões:
Considerando os conceitos expostos, dotados de sólida fundamentação bibliográfica,
bem como os pareceres técnicos da Comissão Nacional de Controle de Infecção Hospitalar,
em 1987, e da Oficina de Trabalho para Formulação de Política na Área de Antimicrobianos,
o Ministério da Saúde, em 1989, e a Portaria nº 1/82 DIMED, o GEMA (Grupo de Estudos
de Medicamentos Antibióticos) deu o seguinte parecer:
As especialidades farmacêuticas para uso oral e parenteral de efeito
sistêmico contendo associações numa só formulação de antimicrobianos entre si
e/ou outras substâncias Medicamentosas, são cientificamente injustificáveis, devendo
ser retiradas do comércio e proibida sua produção e fabricação, com exceção dos
produtos contendo:
a) associação de trimetoprim ou pirimetamina com sulfamídicos (excluindo-se
a associação de sulfametoxipiridazina com pirimetamina, em função dos elevados
e graves efeitos dos sulfamídicos);
b) associação de benzilpenicilina procaína com benzilpenicilina benzatina
e/ou benzilpenicilina cristalina;
c) associação de ampicilina com ampicilina benzatina (devendo explicitar
contudo, que a característica do produto benzatínico, nesse caso, difere do pretendido
com o seu equivalente na benzilpenicilina);
d) associação de penicilinas com probenecida;
e) associação de rifampicina com isoniazida;
f) associação de imipenem com cilastatina;
g) associação de antibióticos betalactâmicos com inibidores de betalactamases.
Em anexo (I), encontra-se lista dos antimicrobianos comercializados no
Brasil, tendo como fontes: DEF - Dicionário de Especialidades Farmacêuticas 93/94
e o Manual de Farmacologia Clínica, Terapêutica e Toxicológica, 1994. As associações
de antimicrobianos entre si e/ou com outros Medicamentos estão assinaladas e identificadas
como defensável (D) ou injustificável (I).
c) Referências bibliográficas: (ANEXO III)
2. BULAS DOS ANTIBIÓTICOS
a) Fundamentação/motivação:
A portaria nº 65/84 da S.N.V.S./M.S. institui roteiro para elaboração do
texto das bulas de Medicamentos (modelo padrão de bula). Essa portaria foi levada
em consideração quando da análise de uma amostragem de bulas de antibióticos;
além disso, considerou-se também a evolução científica de conhecimentos ocorrida
desde aquela data e, adicionalmente, a necessidade de estabelecer normas capazes
de possibilitar uma uniformização das bulas dos antibióticos.
Assim procedendo, alguns tópicos logo se tornaram evidentes, tais como:
- algumas bulas são detalhadíssimas, enquanto outras são resumidas em excesso;
- algumas bulas são incompletas (p.ex., ausência de informações farmacocinéticas,
ausência de informações para o paciente, etc.);
- bulas antigas que, aparentemente, não vem sendo revistas e atualizadas
periodicamente.
Análise mais detalhada dessa amostragem de bulas de antibióticos revelou
que:
a) 17 bulas em 25 não cumpriam integralmente a portaria 65/84; b) 19 bulas
em 25 não satisfaziam integralmente uma visão técnico-científica atualizada.
Itens que merecem destaque:
- as informações para o paciente devem ser bem destacadas, p.ex., por meio
de tamanho maior das letras e/ou uso de negrito;
- as bulas não devem omitir dados que sejam fundamentais para a correta
prescrição do antibiótico;
- a menção, em algumas bulas, de antibióticos para uso restrito em hospitais
e atualmente questionada, diante da moderna tendência de dar alta hospitalar o
mais rapidamente possível, passando a fazer-se o tratamento em domicílio e/ou
ambulatório;
- quanto às indicações terapêuticas com base no agente etimológico e/ou
na topografia da infecção, parece mais conveniente a citação de ambas, cruzando-as,
para que a informação venha a ser a mais valiosa possível para quem fizer a prescrição;
- o conteúdo das bulas de antibióticos deve ser periodicamente revisto
e, se necessário, atualizado; tal pode se dar de cinco em cinco anos, quando da
renovação do registro do Medicamento antibiótico. Nesse sentido, é importante
que a versão da bula em circulação registre explicitamente a data de sua elaboração/revisão.
Assim , parece sensato que um Grupo Técnico-científico especializado assessore
a S.N.V.S./M.S. quanto ao conteúdo das bulas dos Medicamentos antibióticos, com
a finalidade de que as mesmas contenham as informações fundamentais, sem omitir
informações e, muito menos, contemplar erros.
b) Parecer/sugestões:
Considerando os conceitos expostos na fundamentação/motivação, bem como
a Portaria 65/84 da S.N.V.S./M.S., o GEMA (Grupo de Estudos de Medicamentos Antibióticos),
com o objetivo de aperfeiçoar as bulas dos Medicamentos antibióticos, é de parecer
que:
1. A data do registro esteja presente na bula do Medicamento antibiótico,
com o respectivo prazo de validade;
2. O conteúdo técnico e científico das bulas de Medicamentos antibióticos
deva ser analisado e aprovado por Grupo Técnico Especializado indicado pelo M.S.,
cujo parecer subsidiará os técnicos da S.N.V.S. na aprovação para registro;
3. Sempre que houver fato novo relevante (novas indicações, contra-indicações
ou reações adversas, etc.), o conteúdo das bulas de Medicamentos antibióticos
deverá ser modificado e submetido a nova apreciação;
4. As bulas de Medicamentos antibióticos deverão ser concisas, mas suficientemente
esclarecedoras, contendo os diversos itens previstos na Portaria 65/84;
5. O nome genérico do Medicamento antibiótico terá destaque maior que
o da marca comercial;
6. O item de informação ao paciente terá letras de, no mínimo, 2 mm
de altura impressas em negrito; o restante da bula terá letras de, no mínimo,
1 mm de altura, facilmente legível;
7. Ainda nas informações ao paciente, recomenda-se a utilização de figuras
(desenhos) para ilustrar adequadamente os cuidados de administração ou outros
itens pertinentes;
8. A posologia deverá ser informada em mg por kg (mg/kg) de peso corporal
e/ou mg por m2 (mg/m2) de superfície corporal (ou outra
unidade de peso apropriada), com a dose diária máxima permitida;
9. Os volumes a serem administrados serão indicados em ml e as embalagens
incluirão medida graduada; não serão permitidas indicações de posologias em medidas
caseiras (colher das de chá, das de sobremesa, etc.).
3. RESISTÊNCIA BACTERIANA AOS ANTIBIÓTICOS E LISTA ESSENCIAL DE ANTIBIÓTICOS
a) Motivação/fundamentação:
A resistência bacteriana aos antibióticos constitui importante preocupação
na atualidade, tendo em conta o uso intenso e extenso dos antibióticos, se bem
que não infreqüentemente de forma inadequada. Essas impropriedades são mais comuns
em hospitais, onde merecem atenção especial.
A resistência bacteriana aos antibióticos acaba envolvendo tanto bactérias
causadoras de infeções adquiridas na comunidade quanto, e especialmente, as bactérias
causadoras de infeções hospitalares; antigos antibióticos vem perdendo progressivamente
sua efetividade, inclusive os mais modernos, dando origem a séria preocupação.
Há grande interesse no sentido de que os antibióticos, como poderosas armas
terapêuticas, tenham uso mais adequado, entendendo-se como tal a escolha dos mesmos,
o esquema posológico, o tempo de tratamento, etc.
A Organização Mundial da Saúde vem manifestando reiteradamente sua preocupação
com o desenvolvimento de resistência das bactérias aos antibióticos, chegando
inclusive a aconselhar sua monitorização em âmbito local, regional e nacional,
possibilitando assim uma análise global da questão e eventuais equacionamentos
que possam, se não impedir, pelo menos reduzir ou retardar as conseqüências do
problema.
O Ministério da Saúde, através da Portaria 930, de 27/8/92, estabelece
a obrigatoriedade da existência, em todos os hospitais brasileiros, de Comissões
de Controle de Infecção Hospitalar, uma das áreas de atuação destas Comissões
diz respeito a vigilância da resistência dos patógenos bacterianos hospitalares
e, como conseqüência, quer por sua ação direta, quer através de um Comitê interligado,
devam as mesmas racionalizar o uso dos antibióticos dentro dos hospitais. Um posicionamento
oficial abrangente e norteador e oferecido pelo Canadá e pode ser tomado como
um balizador dessa atuação (Health and Welfare Canada: Can. J. Infect. Dis. 1
(2): 64-70, 1990).
A existência de uma lista de antibióticos essenciais, dentro do próprio
espírito da O.M.S. (The use of essential drugs. Model list of essential drugs
(seventh list). Fifth report of the WHO Expert Commiffee,
1992), inclusive hierarquizando a utilização dos mesmos, adaptada a nossa realidade,
passa a ser uma proposição cabível. Entretanto, a mesma deve ser entendida dentro
do espírito proposto pela O.M.S., onde está implícito o uso dos antibióticos alcançando
até hospitais de maior complexidade, ditos terciários, onde antibióticos menos
usuais fazem-se necessários; assim, deve-se evitar o emprego habitual desses antibióticos
em infeções comunitárias ou adquiridas em hospitais de menor complexidade.
b) Parecer/sugestões:
Tendo em conta os conceitos anteriormente expostos o GEMA (Grupo de Estudos sobre
Medicamentos Antibióticos) é de parecer que:
1. Os hospitais brasileiros, particularmente os de maior complexidade,
devem capacitar-se para a vigilância do comportamento dos principais patógenos,
tendo em conta a resistência dos mesmos aos antibióticos disponíveis; essa vigilância
faz parte das funções destinadas às Comissões de Controle de Infecção Hospitalar,
obrigatórias em todos os hospitais, independentemente do tipo de entidade mantenedora;
2. A racionalização do uso dos antibióticos deve ser posta em prática
em todos os hospitais brasileiros, quer por atuação direta das Comissões de Controle
de Infecção Hospitalar, quer por meio de Comitês apropriados, vinculados às mesmas;
3. Uma lista de antibióticos essenciais (anexo II), incluindo os de
uso ambulatorial e os de uso hospitalar, então atendendo até os de nível terciário,
atualizada para a realidade atual. Deve ser instituída com a finalidade de propiciar
fundamentação para as políticas de uso dos mesmos no País. Essa lista essencial
deve ser atualizada periodicamente, tendo em conta os dados evolutivos da resistência
bacteriana aos antibióticos e, também as aquisições mais recentes neste campo
de Medicamentos
4. PROPAGANDA DOS ANTIBIÓTICOS
a) Motivação/fundamentação:
Há evidente preocupação no que diz respeito à qualidade e à quantidade
da propaganda dispensada aos antibióticos. No que diz respeito à qualidade, a
propaganda abusiva e/ou enganosa merece atenção especial; já os excessos em gastos
com propaganda certamente desempenham parcela expressiva dos custos desses Medicamentos.
Além do mais, não é admissível que a propaganda de antimicrobianos ultrapasse
os limites éticos (farmacêuticos, médicos e odontólogos) que regem os profissionais
envolvidos.
Essa problemática encontra apoio legal bastante claro, exemplificado em
vários dispositivos já existentes. Assim:
- A Lei 6.360 de 23/9/76, que dispõe sobre a vigilância sanitária
a que ficam sujeitos os Medicamentos, as drogas, os insumos farmacêuticos e correlatos,
cosméticos, saneantes e outros produtos refere em seu Título X da
rotulagem e publicidade;
- O art. 57, que dispõe sobre a regulamentação para rotulagem, bulas, impressos
e etiquetas refere que a propaganda tem que ser autorizada pelo Ministério da
Saúde;
- O art. 58 restringe a propaganda dos Medicamentos, cuja venda está sujeita
a prescrição médica, para distribuição exclusivamente a médicos, dentistas e farmacêuticos;
- O art. 59 exclui da rotulagem ou da propaganda imagens que
possibilitem interpretação falsa, erro ou confusão quanto a origem, procedência,
natureza e composição ou qualidade do produto;
- A Lei 8.078 de 11/9/90 que dispõe
sobre a proteção do consumidor, em seu Capítulo V, seção III, que trata
da publicidade, refere:
- no art. 36: que o fornecedor mantenha
em seu poder os dados técnicos e científicos que dão sustentação à mensagem:
- o art. 37: proíbe a propaganda
enganosa ou abusiva (enganosa: comunicação publicitária inteira ou parcialmente
falsa, ou com omissão capaz de induzir erro; abusiva: publicidade que incite a
violência, explore o medo ou a superstição, aproveite-se de deficiências de julgamento,
desrespeite valores ambientais ou induza comportamentos prejudiciais );
- o art. 38: responsabiliza o ônus
da prova a quem patrocina a propaganda.
b) Parecer/sugestões:
Tendo em conta os fatos mencionados na motivação/fundamentação, o GEMA
(Grupo de Estudos sobre Medicamentos Antibióticos) é de parecer que:
1. As pessoas jurídicas e físicas
envolvidas em todas as etapas que vão da fabricação ao fornecimento dos Medicamentos
antibióticos, em particular a propaganda dos mesmos, certifiquem-se de, e cumpram
exemplarmente, a legislação pertinente, particularmente as Leis 6.360 de 23/9/76
e 8.078 de 11/9/90;
2. Na propaganda escrita dos
antibióticos faça-se constar a data de aprovação da mesma no Ministério da Saúde;
3. O Ministério da Saúde utilize
Grupos Técnicos consultores indicados pelo próprio M.S. ou por entidades afins
(Conselhos de Medicina, Farmácia e Odontologia, SOBRAVIME (Sociedade Brasileira
de Vigilância de Medicamentos), Sociedades Médicas de Especialidades, etc.), com
a finalidade de auxiliar ativamente nesta vigilância;
4. As amostras-grátis, distintamente
do produto utilizado em investigações clínicas, pelo que oneram o custo dos antibióticos,
poderiam ser dispensadas ou alternativamente, reduzidas a um quantitativo de pouca
expressão no custo final destes Medicamentos.
ANEXO I
ANTIMICROBIANOS COMERCIALIZADOS
NO BRASIL
SUBSTÂNCIAS ATIVAS E RESPECTIVAS
ESPECIALIDADES
FARMACÊUTICAS PARA USO SISTÊMICO
[D] = 32
[I] = 174
206 Sinalizações
1. Ácido clavulânico
Em associação com amoxicilina -
[D]
Amplamox AC Sanus
/ Clavoxil Haller / Clavulin SmithKline/Beecham
2. Ácido nalidíxico
Wintomylon
Em associação com a fenilazodiaminopiridina:
- [I]
Azo-Wintomylon
Uromylon Cristália
3. Ácido oxolínico
Urilin Faria
4. Ácido pipemédico
Pipram Rhodia / Pipurol
Zambon / Uroxina Farmalab
5. Amicacina
Amicacina Biochímico
/ Amicacina Inaf / Amicacina Royton / Amikin Cibran
/ Briclin Mead Johnson / Novamin Bristol
6. Amoxicilina
Amoxicilina Gilton
/ Amoxicilina Inaf / Amoxicilina Royton / Amoxicilina
Teuto-Brasileiro / Amoxicilina União Química / Amoxifar
Farmoquímica / Amoxil SmithKline Beecham / Hiconcil Bristol
/ Novocilin Novoterápica / Penvicilin Gemballa
Em associações:
Amoxifar Balsâmico Farmoquímica
- Amoxicilina e bromexina - [I]
Amoxibron Balsâmico Kinder
- Amoxicilina, cloridrato de benzidamina,
cloridrato de bromexina e hidrato de Terpina - [I]
Fontes: - Dicionário de Especialidade
Farmacêutica - DEF 93/94. Rio de Janeiro - São Paulo. Editora de Publicações Científicas
Ltda., 1993.785 p.
- Lima, D.R.: Manual de Farmacologia
Clínica, Terapêutica e Toxicologia. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan 1994. 116p.
Blenoral Biosintética
- Amoxicilina e próbenecida - [D]
Bronco-Amoxil SmithKline/Beecham
- Amoxicilina e cloridrato de bromexina
- [I]
Bronco-Polimoxil EMS
- Amoxicilina e cloridrato de bromexina
- [I]
Clavulin Beecham
- Amoxicilina e Ácido clavulânico
- [D]
Novocilin Balsâmico Novoterápica
- Amoxicilina e cloridrato de bromexina
- [I]
Respicilin Haller
- Amoxicilina e cloridrato de bromexina
- [I]
7. Ampicilina
Ampicil Merrel Lepetit
/ Ampicilase Teuto / Ampicilina Ariston / Ampicilina Biochímico
/ Ampicilina Cibran / Ampicilina EMS" / Ampicilina Endoterápica
do Brasil / Ampicilina Faria / Ampicilina Fleming
/Ampicilina Gilton / Ampicilina Legrand / Ampicilina Recofarma
/ Ampicilina Sanval / Ampicilina Teuto / Ampicilina UQFN
/ Ampicilina Vital Brazil / Ampicilina Windson / Àpicron
Brasifa / Ampifar Farmoquímica / Ampispectrim QIF
/ Ampitotal Inaf / Amplacilina Fontoura Wyeth / Amplitor
Cibran / Amplofen Merck / Bacterinil Luper
/ Bacterion Opofarm / Binofen Cazi / Binotal Bayer
/ Bipencil Cápsulas Biochímico / Bipencil Suspensão Biochímico
/ Cilipen Elofar / Makrocilin Makros / Natuscilin Natus
/ Probenzina Injetável Farmoquímica / Tandrexin Sintofarma
/ Totapen Riedel-Zabinka
Em associações:
Ambezetal Honorterápica
-
Ampicilina Sódica e ampicilina benzatina - [D]
Ampicilina Probenecide IMS
- Ampicilina e probenecida - [D]
Ampifar Anticatarral Farmoquímica
- Ampicilina Sódica, ampicilina
benzatina e vacina lisada anticatarral - [I]
Ampifar Anticatarral Pediátrico
Farmoquímica
- Ampicilina Sódica, ampicilina
benzatina e vacina lisada anticatarral - [I]
Ampifar Antipiogênico Farmoquímica
- Ampicilina Sódica, ampicilina
benzatina e vacina lisada antipiogênica - [I]
Ampifar Antipiogênico Pediátrico
Farmoquímica
- Ampicilina Sódica, ampicilina
benzatina e vacina lisada Antipiogênica - [I]
Ampifar Balsâmico Adulto Farmoquímica
- Ampicilina Sódica, ampicilina
benzatina, éter gliceril guaiacólico, gomenol, eucaliptol e cloridrato de lidocaína
- [I]
Ampifar Balsâmico Pediátrico Farmoquímica
- Ampicilina Sódica, ampicilina
benzatina, éter gliceril Guaiacólico, gomenol, eucaliptol e cloridrato de lidocaína
- [I]
Ampifar G.U. Farmoquímica
- Ampicilina Sódica, ampicilina
benzatina e vacina lisada ginecológica - [I]
Ampizan 250mg e 500mg Frumtost
- Ampicilina Sódica e ampicilina
benzatina - [D]
Ampizan Balsâmico 250mg e 500mg
Frumtost
- Ampicilina Sódica, ampicilina
benzatina, guaifenesina e cansilato de sódio - [I]
Amplotal Hosbon
- Ampicilina benzatina e ampicilina
Sódica - [D]
Amplotal Balsâmico Hosbon
- Ampicilina benzatina, ampicilina
Sódica e Balsâmicos - [I]
Amplozin Haller
- Ampicilina, tripsina e quimotripsina
- [I]
Benzotal Biosintética
- Ampicilina benzatina e ampicilina
Sódica - [D]
Benzotal Balsâmico Biosintética
- Ampicilina benzatina, ampicilina
sódica, guaifenesina, gomenol e eucaliptol - [I]
Binotine Farmalab
- Ampicilina benzatina e ampicilina
sódica - [D]
Binotine Balsâmico Farmalab
- Ampicilina benzatina, ampicilina
Sódica, eucaliptol, guaifenesina etc. (sic) - [I]
Bio-pen Calbos
- Ampicilina Sódica e ampicilina
benzatina - [D]
Bipencil Balsâmico Biochímico
- Ampicilina benzatina, ampicilina
Sódica e Balsâmicos - [I]
Bipencil Injetável Biochímico
- Ampicilina benzatina e ampicilina
sódica - [D]
Broncobipencil Biochímico
- Ampicilina e éter gliceril guaiacol
- [I]
Dibenzetal Biochímico
- Ampicilina Sódica e ampicilina
benzatina - [D]
Dibenzetal Balsâmico Biochímico
- Ampicilina Sódica, ampicilina
benzatina, éter gliceril guaiacol etc (sic) - [I]
Duampin Kinder
- Ampicilina benzatina e ampicilina
Sódica - [D]
Durapen De Mayo
- Ampicilina Sódica e ampicilina
benzatina - [D]
Durapen Balsâmico De Mayo
- Ampicilina Sódica, ampicilina
benzatina, éter glicerilguaiacol, eucaliptol e gomenol - [I]
Expectocilin Balsâmico EMS
- Ampicilina Sódica, ampicilina
benzatina, guaifenesina etc. (sic) - [I]
Genitopen I.Q.B.
- Ampicilina Sódica, ampicilina
benzatina, EACA e antígenos bacterianos - [I]
Gonocide Isa
- Ampicilina e probenecida - [D]
Gonocilin União Química
- Ampicilina e probenecida - [D]
Gonopac Suspensão Extemporânea Fisioquímica
- Ampicilina e probenecida - [D]
Gonorrels Gilton
- Ampicilina e probenecida - [D]
Gonotal Endoterápica do Brasil
- Ampicilina e probenecida - [D]
Labficilina Faria
- Ampicilina e bromexina - [I]
Medicilin Medic
- Ampicilina e bromexina - [I]
Optacilin Byk
- Ampicilina Sódica e ampicilina
benzatina - [D]
Optacilin Balsâmico Byk
- Ampicilina Sódica, ampicilina
benzatina, guaifenesina e gomenol - [I]
Parenzyme Ampicilina Merrell
- Ampicilina, tripsina e quimiotripsina
- [I]
Probenzima Ampicilina Farmoquímica
- Ampicilina, tripsina e quimiotripsina
- [I]
Urobiotic Q.I.F.
- Ampicilina e cloridrato de fenilazodiaminopiridina
- [I]
Uropielon Legrand
- Ampicilina e fempiridina - [I]
Uropropen Biochímico
- Ampicilina e fenazopiridina -
[I]
a. Ampicilina benzatina
Em associações: ver Ampicilina Sódica
9. Anfotericina B
Fungizon Squibb
10. Axetiecefuroxima
Zinnat Glaxo
11. Azitromicina
Zitromax Pfizer
12. Aztreonam
Azactam Bristol
13. Carbenicilina
Carbenicilina Biochímico/
Carbenicilina Pfizer/ Carbenicilina Royton
14. Cefaclor
Ceclor Lilly
15. Cefadroxil
Cefamox Bristol
16. Cefalexina
Cefalen Byk/ Cefalexin
União Química/ Cefalexina Cibran/ Cefalexina Legrand/
Cefaporex Haller/ Keflex Lilly
17. Cefalotina
Cefalotina Biochímico/
Cefalotina Cibran / Keflin Neutro Lilly
18. Cefazolina
Cefamezin Rhodia / Kefazol
Lilly
19. Cefoperazona
Cefobid Pfizer
20. Cefotaxima
Claforan Hoechst
21. Cefoxitina
Mefoxin Merck Sharp &
Dohme
22. Ceftadizima
Fortaz 1g Glaxo /
Kefadim Lilly
23. Ceftriaxona
Rocefin Roche
24. Cefuroxima
Zinacef Glaxo
25. Cetoconazol
Candoral Novoterápica
/ Cetonax Cilag / Ketocon Cibran / Nizoral Comprimidos
Janssen
26. Ciprofloxacina
Ciflox Aché / Cipro
Bayer / Procin Schering-Plough
27. Claritromicina
Klaricid Abbott
28. Clindamicina
Dalacin-C Rhodia
29. Cloranfenicol
Cloranfenicol Biochímico
/ Cloranfenicol Gilton / Cloranfenicol Inaf / Cloranfenicol
Teuto / Cloranfenicol Drágeas Vital Brazil / Cloranfenicol
Drágeas Windson / Clorex Isa / Farmicetina Farmitália
Carlo Erba / Glicomicetina Biochímico / Quemicetina Farmitália
Carlo Erba / Sintomicetina Merrel Leretit /
Em associação:
Supositório de Bismuto Composto
Windson
- Cloranfenicol, canfocarbonato
de bismuto de dipirona - [I]
30. Dicloxacilina
Dicloxacilina Royton
31. Difenilsulfona
Sulfon Brasifa
32. Diidroestreptomicina
Em associação:
Fluocal com Pectina Breves
- Sulfato de diiestreptomicina,
sulfato de neomicina, pectina etc. (sic) - [I]
33. Doxiciclina
Vibramicina Pfizer
34. Eritromicina
Eribiotic Teuto / Eritrex
Aché / Eritrofar Elofar / Eritromicina Cibran
/ Eritromicina Cimed / Eritromicina Gilton / Eritromicina
União Química / Eritromicina Vital Brazil / Eritrofar
/ Ilocin Haller / Ilosone Lilly / Ortociclina Makros
/ Suspensão de Eritromicina Laborsil / Suspensão de Eritromicina Natus
/ Pantomicina Abbott / Plenomicina Cibran / Trozyman I.Q.B.
Em associações:
Baknyl Comprimidos Ariston
- Eritromicina e cloridrato de bromexina
- [I]
Baknyl Suspensão Ariston
- Eritromicina e cloridrato de bromexina
- [I]
Eriflogin Labofarma
- Estolato de eritromicina e cloridrato
de benzidamina - [I]
Eritrex A Aché
- Eritromicina e azuleno - [I]
Eritrex Balsâmico Aché
- Estolato de eritromicina e citrato
de oxolamina - [I]
Eritrosima Quimioterápica
Brasileira
- Estolato de eritromicina e cloreto
de lisozima - [I]
Ilobron Haller
- Eritromicina e bromexina - [I]
Inflax Cimed
- Eritromicina e benzidamina - [I]
Kanazima Kinder
- Eritromicina e lisozima - [I]
Lisotrex Profarb
- Eritromicina e lisozima - [I]
Ortocilina Makros
- Eritromicina e lisozima - [I]
Trinotrex Faria
- Eritromicina, tetraciclina e lisozima
- [I]
35. Espectinomicina
Trobicin Upjohn
36. Espiramicina
Rovamicina Rhodia
37. Estreptomicina
Sulfato de Estreptomicina Wyeth
Em associações (ver também Penicilina G procaína).
Enteromicina Suspensão Gross
- Estreptomicina e ftalilsulfatiazol
- [I]
Enterosseps Isa
- Estreptomicina, ftalilsulfatiazol,
sulfaguanidina e caolim - [I]
Ftalomicina Labofarma
- Sulfato de estreptomicina, sulfato
de neomicina, ftalilsulfatiazol etc (sic) - [I]
38. Etionamida
Etionamida Vital Brazil
39. Fenilazodiaminopiridina (fempiridina
ou fenazopiridina)
Pyridium Parke-Davis
Em associações: (ver também Ácido nalidíxico,
Nitrofurantoína e Sulfametoxazol)
Benzoform UCI-Farma
- Cloridrato de fenilazodiaminopiridina
e hexametilenotetramina
Uretil União Química
- Cloridrato de fenilazodiaminopiridina
e nitro-hidroxiquinoleína
Urobiotic Q.I.F.
- Ampicilina e cloridrato de fenilazodiaminopiridina
- [I]
Uromix Breves
- Fenilazodiaminopiridina, sulfametizol
e sulfacetamida - [I]
Uropielon Legrand
- Fenilazodiaminopiridina e ampicilina
- [I]
Uropirite Quimioterapia
- Clometilato de fenilazoalfadiaminopiridina,
hexametilenotetramina e atropa beladona.
Uroseptin Gilton
- Cloridrato de fempiridina, azul
de metileno, mandelamina e cloridrato de papaverina.
Urotril Q.I.F.
- Cloridrato de fenazopiridina e
nitroxolina.
40. Fluconazol
Fluconal 150 Libbs/
Zoltec Pfizer
41. 5-fluorocitosina (flucitosina)
Ancotil Roche
42 . Fosfomicina
Monuril Zambon
43. Ftalilsulfatiazol
Em associações:
Enterocolil Gel Quimioterápica
Bras.
- Ftalilsulfatiazol, neomicina e
sulfamerazina - [I]
Enterodina Luper
- Ftalisulfatiazol, neomicina, sulfadiazina
e pectina - [I]
Enteroftal Windson
- Ftalilsulftiazol, neomicina e
sulfaguanidina - [I]
Enterogest Iodo-Suma
- Ftalilsulfatiazol, sulfaguanidina
e neomicina - [I]
Enteromicina Suspensão Gross
- Ftalilsulfatiazol e estreptomicina
- [I]
Enterosseps Isa
- Ftalilsulfatiazol, sulfaguanidina,
estreptomicina e caolim - [I]
Ftalomicina Labofarma
(ver Estreptomicina)
Furazolin De Mayo
- Ftalilsulfatiazol, furazolidona
e pectina - [I]
Neo-Micetin Quimioterapia
- Ftalilsulfatiazol, sulfadiazina,
neomicina, pectina etc - [I]
Perenterin Legrand
- Ftalilsulfatiazol, neomicina e
pectina - [I]
Rebec Brasifa
- Ftalilsulfatiazol, neomicina e
furazolidona - [I]
Tratocóli Ima
- Ftalilsulfatiazol, furazolidona,
pectina cétrica e hidróxido de alumínio - [I]
44. Gentamicina
Amplomicina Cibran /
Garamicina Schering Plough / Gentamicina Ariston / Gentamicina
Biochímico / Gentamicina Ëndoterápica do Brasil / Gentamicina
Fisoquímica / Gentamicina Fleming / Gentamicina Luper
/ Gentamicina Royton / Gentaplus Abbott / Gentaxil Haller
/ Solução Injetável de Gentamicina EMF / Solução Injetável de Gentamicina
Flopen / Solução Injetável de Gentamicina Inaf
45. Griseofulvina
Fulcin Wellcome-ICI
/ Grifulvin MC Cilag / Sporostatin Schering Plough
46. Imipenem / Cilastatina
Tienam Merck Sharp Dohme
47. Isoniazida
Isoniazida Gaspar Viana
/ Isoniazida União Química / Isoniazida Vital Brazil
Em associações:
Fluodrazin F Breves
- Isoniazida + Ácido ascórbico -
[I]
Rifampicina + Isoniazida União
Química
- Rifampicina e isoniazida - [D]
48. Itraconazol
Itranax Cilag/ Sporanox
Janssen
49. Lincomicina
Frademicina Rhodia /
Lincomicina Fleming / Lincomicina Inaf / Lincomicina Royton
/ Linco-Plus Cibran / Solução Injetável de Lincomicina EMS
/ Macrolin Haller
50. Lomefloxacina
Maxaquin
Biolab
51.
Mandelamina (mandelato de metenamina ou hexametilenotetramina)
Neohexal Riedel-Zabinka
- Sulfossalicilato de hexametilenotetramina.
Em associações:
Benzoform UCI-Farma
(ver Fenilazodiaminopiridina)
Cezane Laborsil
- Mandelamina, acrifalvina e azul
de metileno.
Cystex EMS
- Mandelamina, acriflavina e azul
de metileno.
Neoiodo Biochímico
- Tetraiodeto de hexametilenotetramina
e peptona.
Septrat Medic
- Mandelamina, sulfadiazina e sulfatiazol
- [I]
Sepurin Gross
- Metenamina e cloreto de metiltioninio.
Trat-Urin Luper
- Mandelamina e azul de metileno
Uridina Granado
-
Hexametilenotetramina, tartarato de piperazina, benzoato de lítio etc. (sic)
Urodonal Farmabraz
- Hexametilenotetramina e teobromina
etc.
Uroflavol Fisoquímica
-
Mandelamina, azul de metileno etc. (sic)
Uropirite Quimioterapia
- Hexametilenotetramina, cloridrato
de fenilazodiaminopiridina etc. (sic)
Uroseptin Gilton
- Mandelamina, cloridrato de fempiridina,
azul de metileno e cloridrato de papaverina.
52. Metampicilina
Gramcilina Hosbon /
Pravacilin Abbott
53. Metronidazol
Flagyl Rhodia / Metronidazol
Elofar / Metronidazol Fresenius / Metronidazol Legrand
/ Metronidazol Leofarma / Metronidazol Sanval / Metronidazol
Serono / Metronidazol Teuto-Brasileiro / Metronidazol
União Química / Metronidazol Vital Brazil / Metronix Opofarm
Em associações:
Bio-Vagin Elofar
- Metronidazol e nistatina (drágeas)
- [I]
Colpistar Farmoquímica
- Metronidazol e nistatina (drágeas)
- [I]
Colpistatin Aché
- Metronidazol e mistatina (drágeas)
- [I]
Profargil Profarb
- Metronidazol e complexo B (compr.)
- [I]
Sarcoton I.Q.C.
- Metronidazol e dissulfiram - [I]
Trisdazol Riedel-Zabinka
- Metronidazol, nistatina e lisozima
- [I]
54. Minociclina
Minomax Prodome
55. Miocamicina
Midecamin Merck
56. Neomicina
Em associações (ver também Ftalilsulfatiazol
e Tirotricina):
Atacoly Profarb
- Neomicina, hidroxiquinoleína,
atapulgita e pectina - [I]
Diarrepax Comprimidos Usmed
- Sulfato de neomicina, iodocloro-hidroxiquinoleína,
atapulgita etc. (sic) - [I]
Diarrepax Suspensão Usmed
- Sulfato de neomicina, iodocloro-hidroxiquinoleína,
atapulgita etc. (sic) - [I]
Fluocal com Pectina Breves
(ver Diidroestreptomicina)
Ftalomicina Labofarma
(ver Estreptomicina)
Neobácter Osório de Moraes
- Neomicina, iodocloro-hidroxiquinoleína
e pectina - [I]
Pastilhas de Neomicina União
Química
- Neomicina e tirotricina.
Testinfex Flopen
- Neomicina, sulfadiazina, sulfaguanidina
e sulfametoxipiridazina - [I]
57. Netilmicina
Netromicina Schering-Plough
58. Nistatina
Micostatin Bristol /
Nistatina Elofar / Nistatina I.Q.C. / Nistatina Teuto-Brasileiro
Em associações (ver também Metronidazol)
Bio-Vagin Elofar
- Nistatina e metronidazol - [I]
Colpistar Farmoquímica
- Nistatina e metronidazol - [I]
Colpistatin Aché
- Nistatina e metronidazol - [I]
Trisdazol Riedel-Zabinka
- Nistatina, metronidazol e lisozima
- [I]
59. Nitrofurantoína
Macrodantina Schering-Plough
Em associações:
Urofen Teuto
- Nitrofurantoína, sulfametoxipiridazina
e fenilazodiaminopiridina - [I]
Uropac EMS
- Nitrofurantoína, sulfametoxipiridazina
e fempiridina - [I]
Uroplex Sintofarma
- Nitrofurantoína, sulfametoxipiridazina
e fenazopiridina - [I]
60. Norfloxacina
Floxacin Merck Sharp Dohme
/ Floxinol Millet Roux / Noracin Cibran / Norfin Biochímico
/ Respexil Prodomoe / Uritrat NF Libbs / Uroflox Farmion
61. Ofloxacina
Floxstat Cilag / Ofloxan
Janssen
62. Oxacilina
Oxacilina Inaf / Oxacilina
Cápsulas Biochímico / Oxacilina Injetável Biochímico /
Staficilin-N Bristol
63. Oxitetraciclina
Terramicina Pfizer
Em associações:
Asseptobron Inaf
- Oxitetraciclina, guaifenesina
e cansilato de sódio - [I]
Inatrex Balsâmico Inaf
- Oxitetraciclina e dipirona - [I]
64. Pefloxacina
Peflacin Rhodia
65. Penicilina G benzatina
Benzetacil Wyeth / Longacilin
Sanus / Penicilina G Benzatina Biochímico / Penicilina
G Benzatina Inaf / Penicilina G Benzatina Endoterápica
Em associações:
Benzetacil K 400 Wyeth
- Penicilina G benzatina e penicilina
G potássica - [D]
Espectopen Química e Biologia
- Penicilina G benzatina, Ácido
épsilon-aminocapróico e antígenos bacterianos - [I]
Kitapen AP Anticatarral Dansk-Flama
- Penicilina G benzatina e
antígenos bacterianos - [I]
Kitapen AP Antipiogênico Dansk-Flama
- Penicilina G benzatina e antígenos
bacterianos - [I]
Kitapen AP Geniturinário Dansk-Flama
- Penicilina G benzatina e antígenos
bacterianos - [I]
Kitapen AP Ginecológico Dansk-Flama
- Penicilina G benzatina e antígenos
bacterianos - [I]
Kitapen AP Odontológico Dansk-Flama
- Penicilina G benzatina e antígenos
bacterianos - [I]
Odontopen Química e Biologia
- Penicilina G benzatina, Ácido
épsilon-aminocapróico e antígenos bacterianos - [I]
Penbenzatina Makros
- Penicilina G benzatina e difenidramina
- [I]
66. Penicilina G cristalina
Megapen Isa / Penicilina
G Potássica Wyeth / Penicilina G Potássica Cristalina Biochímico
/ Penicilina G Potássica Cristalina Bristol / Pentid Squibb
Em associações: (ver Penicilina G procaína)
67. Penicilina G procaína
Em associações:
Benapen Sanus
- Penicilina G procaína e penicilina
G Potássica - [D]
Climacilin Climax
- Penicilina G procaína, penicilina
G Sódica e estreptomicina - [I]
Despacilina 400.000 Bristol
- Penicilina G procaína e penicilina
G cristalina - [D]
Drenovac Nikkho
- Penicilina G procaína, penicilina
G Potássica, antígenos bacterianos e Ácido épsilon-aminocapróico - [I]
Expectovac Nikkho
- Penicilina G procaína, penicilina
G Potássica, antígenos bacterianos e Ácido épsilon-aminocapróico - [I]
Ginurovac Nikkho
- Penicilina G procaína, penicilina
G Potássica, antígenos bacterianos e Ácido épsilon-aminocapróico - [I]
Nebiox Kinder
- Penicilina G procaína e penicilina
G Potássica - [D]
Nebiox Balsâmico Adulto Kinder
- Penicilina G procaína, penicilina
G Potássica e éter gliceril Guaiacólico - [I]
Odontovac Nikkho
- Penicilina G procaína, penicilina
G Potássica, antígenos bacterianos e Ácido épsilon-aminocapróico - [I]
Ortocilin Makros
- Sulfato de estreptomicina, penicilina
G procaína, penicilina G Potássica e cloridrato de difenidramina - [I]
Penicilina 400.000 U. Makros
- Penicilina G procaíma e penicilina
G Potássica - [D]
Probecilin Isa
- Penicilina G procaína e probenecida
- [D]
Pulmocilin Isa
- Penicilina G potássica, penicilina
G procaína e vacina anticatarral - [I] (no DEF), Penicilina G Potássica e penicilina
G procaína (no DIMED).
Taurocilin Biochímico
- Penicilina G procaína, penicilina
G Potássica e guaiacol - [I]
Wycillin-R Wyeth
- Penicilina G procaína e penicilina
G Potássica - [D]
68. Penicilina V
Meracilina Labofarma
/ Penicilina V Legrand / Pen-Ve-Oral Fontoura-Wyeth
69. Pirazinamida
Pirazinamida União Química
/ Pirazinamida Vital Brazil
70. Rifamicina B
Rifocina
M Merrell Lepetit
71. Rifamicina SV
Rifocina Intravenosa Merrell
Lepetit
72. Rifampicina
Rifaldin Merrell Lepetit
/ Rifampicina União Química / Rifampicina Vital Brazil
Em associações: (ver Isoniazida)
73. Rosoxacina
Eradacil Sanofi Winthrop
74. Sulfadiazina
Sulfadiazina Knoll
Em associações: (ver Ftalilsulfatiazol, Neomicina,
Sulfatiazol e Trimetoprim)
75. Sulfadoxina
Em associação:
Fansidar Roche
- Sulfadoxina e pirimetamina - [D]
76. Sulfaguanidina: ver Ftalilsulfatiazol, Neomicina
e Sulfadiazina.
77. Sulfamerazina: ver Ftalilsulfatiazol e Sulfatiazol.
Em associações:
Enterocolil Gel Quimioterápica
Bras.
- Sulfamerazina, neomicina e ftalilsulfatiazol
- [I]
Trilamid Laborsil
- Sulfamerazina, sulfadiazina e
sulfatiazol - [I]
78. Roxitromicina
Rulid Sarsa
79. Sulfametizol
Uromix Breves
- Sulfametizol, sulfacetamida e
fenazopiridina - [I]
80. Sulfametoxazol
Em associação com trimetoprim - [D]
Assepium
Gross / Bacfar Elofar / Bacgen União Química
/ Bacris Cristália / Bac Septin Gilton / Bac-Sulfitrin
FisioQuímica / Bacteracin Teuto-Brasileiro / Bacteracin
F Teuto-Brasileiro / Bactox Windson / Bactricin Marjan/
Bactricin F Marjan / Bactrim Roche / Bactrim F Roche
/ Benectrim Legrand / Benectrim F Legrand / Comprimidos
de Trimetoprim Composto Luper / Duoctrin Haller / Duoctrin
800 Haller / Ectrin EMS / Espectrin Wellcome
/ Imuneprim Química e Biologia / Infecteracin INQ / Infectrin
De Angeli / Katrim Fleming / Qiftrim Q.I.F.
/ Roytrin Royton / Selectrin Biosintética / Septiolan
Suspensão Pediátrica Climax / Infectrin F De Angeli /
Septiolan Comprimidos Climax / Septoprim Hosbon / Silpin
Laborsil / Sulfametoxazol + Trimetoprima Vital Brazil
/ Suss Sarsa / Teutrin Teuto-Brasileiro / Teutrin F Teuto-Brasileiro
/ Trimexazol Sanofi / Trimexa-xazol 800 Sanofi
Em outras associações:
Assepium Balsâmico Gross
- Sulfametoxazol, trimetoprim, guaifenesina
e cloreto de amônio - [I]
Bacfar Balsâmico Elofar
- Sulfametoxazol, trimetoprim, éter
gliceril Guaiacólico, cloreto de amônio etc (sic) - [I]
Bac Septin Balsâmico Gilton
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
guaifenesina - [I]
Bac-Sulfitrin Balsâmico FisioQuímica
- Sulfametoxazol, trimetoprim, guaifenesina
etc. (sic) - [I]
Bactrox Balsâmico Windson
- Sulfametoxazol, trimetoprim, guaifenesina
etc. (sic) - [I]
Bacteracin Balsâmico Teuto-Brasileiro
- Sulfametoxazol, trimetoprim, guaifenesina
etc. (sic) - [I]
Bactrex Sintofarma
- Sulfametoxazol, trimetoprim, éter
gliceril Guaiacólico e cloreto de amônio - [I]
Bactricin Balsâmico Marjan
- Sulfametoxazol, trimetoprim, guaifenesina
etc (sic) - [I]
Bactricin Balsâmico F Marjan
- Sulfametoxazol, trimetoprim, guaifenesina
etc (sic) - [I]
Bactrim Balsâmico Roche
- Sulfametoxazol, trimetoprim, guaifenesina
e cloreto de amônio - [I]
Bactrim Balsâmico F Roche
- Sulfametoxazol, trimetoprim, guaifenesina
e cloreto de amônio - [I]
Bactrisan Balsâmico Sanval
- Sulfametoxazol, trimetoprim, éter
aficeril guaiacólico e cloreto de amônio - [I]
Bactropin Balsâmico Cimed
- Sulfametoxazol, trimetoprim, guaifenesina
etc (sic) - [I]
Balsiprim Inaf
- Sulfametoxazol, trimetoprim, guaifenesina
etc. (sic) - [I]
Benectrin Balsâmico Legrand
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
guaiacol - [I]
Benectrin Balsâmico Legrand
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
guaiacol - [I]
Binoctricin Cazi
-Sulfametoxazol, trimetoprim e guaiafenesina
- [I]
Diastin Calbos
- Sulfametoxazol, trimetoprim, atapulgita
ativada e carbonato de cálcio - [I]
Diazol EMS
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
atapulgita - [I]
Dientrin Sanofi Winthrop
- Sulfametoxazol, trimetoprim, carbonato
de cálcio e silicato de alumínio e magnésio monoidratado - [I]
Dispeptrin Biosintética
- Sulfametoxazol, trimetoprim, atapulgita
ativada e carbonato de cálcio - [I]
Duoctrin Balsâmico Haller
- Sulfametoxazol, trimetoprim éter
glicerilguaiacol etc (sic) - [I]
Duoctrin Entérico Haller
- Sulfametoxazol, trimetoprim, atapulgita
etc (sic) - [I]
Ectrin Balsâmico EMS
- Sulfametoxazol, trimetoprim, guaifenesina
e cloreto de amônio - [I]
Elprin I.Q.B.
- Sulfametoxazol, trimetoprim, atapulgita
etc (sic) - [I]
Entercal Luper
- Sulfametoxazol, trimetoprim, atapulgita
etc. (sic) - [I]
Imuneprim Balsâmico Química
e Biologia
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
eucaliptol - [I]
Infectrin Balsâmico De Angeli
- Sulfametoxazol, trimetoprim, éter-gliceril-Guaiacólico
e cloreto de amônio - [I]
Intestozol Kinder
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
atapulgita [I]
Pulkrin Kinder
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
guaiacol - [I]
Pulmidia Kinder
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
guaiacol - [I]
Selectrin Balsâmico Biosintética
- Sulfametoxazol, trimetoprim, guaifenesina
e cloreto de amônio - [I]
Septiolan Balsâmico Climax
- Sulfametoxazol, trimetoprim, guaifenesina
e cloreto de amônio - [I]
Septoprim Balsâmico Hosbon
- Sulfametoxazol, trimetoprim, cloreto
de amônio e guaifenesina - [I]
Stoptrin UCI-Farma
- Sulfametoxazol, trimetoprim, caolim,
pectina e difenoxilato - [I]
Sulfatrex Q.I.F.
- Sulfametoxazol, trimetoprim, guaifenesina
e cloreto de amônio - [I]
Suss Balsâmico Sarsa
- Sulfametoxazol, trimetoprim, éter
gliceril guaiacol e cloreto de amônio - [I]
Teutrin Balsâmico Teuto-Brasileiro
- Sulfametoxazol, trimetoprim, guaifenesina
etc. (sic) - [I]
Trimexazol Balsâmico Sanofi
- Sulfametoxazol, trimetoprim, guaifenesina
e cloreto de amônio - [I]
Trizol Balsâmico Riedel-Zabinka
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
guaiacol - [I]
Urizal NovaQuímica
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
cloridrato de fenilazodiaminopiridina - [I]
Uro Bac Septin Gilton
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
cloridrato de fenilazodiaminopiridina - [I]
Uro-Bacteracin Teuto-Brasileiro
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
cloridrato de fempiridina - [I]
Uro-Bactericin Jarrel
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
fenazopiridina - [I]
Urobactrex Sintofarma
- Sulfametoxazol e cloridrato de
fempiridina - [I]
Urobactrex-D Sintofarma
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
cloridrato de fempiridina - [I]
Uro Bactrim Roche
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
cloridrato de fenazopiridina - [I]
Uro Bactrim F Roche
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
cloridrato de fenazopiridina - [I]
Uro Bactropin Cimed
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
fenazopiridina - [I]
Uro-Bioctrin Cazi
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
fenazopiridina - [I]
Uroctrim Legrand
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
fenazopiridina - [I]
Uro-Duoctrin Haller
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
fenilazodiaminopiridina - [I]
Urofar Elofar
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
fenilazodiaminopiridina - [I]
Uropol Ima
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
cloridrato de fempiridina - [I]
Uropol F Ima
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
cloridrato de fempiridina - [I]
Uro-Septiolan Climax
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
fenilazodiaminopiridina - [I]
Uro-Septoprin Hosbon
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
cloridrato de fenilazodiaminopiridina - [I]
Uro-Teutrin Teuto-Brasileiro
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
cloridrato de fempiridina - [I]
Utrim Sanofi
- Sulfametoxazol, trimetoprim e
cloridrato de fenazopiridina - [I]
81. Sulfametoxipiridazina
Lamidose Quimioterápica
Em associações: (ver também Nitrofurantoína
e Sulfadiazina)
Nicosulfan Elofar
- Sulfametoxipiridazina e pirimetamina
- [I]
Periodine Simões
- Sulfametoxipiridazina e pirimetamina
- [I]
82. Sulfameto xipirimidina
Em associação:
Pastilhas de Tirotricina Composta
Laborsil
- Sulfametoxipirimidina, neomicina
e tirotricina.
83. Sulfatiazol
Em associações:
Septrat Medic
- Sulfatiazol, sulfadiazina e mandelamina
- [I]
Trilamid Laborsil
- Sulfatiazol, sulfadiazina e sulfamerazina
- [I]
84. Sulfona
DADDS Suspensão Brasifa
/ Sulfon Brasifa
85. Teicoplanina
Targocid Merrell Lepetit
86. Tetraciclina (ver também Oxitetraciclina,
Doxiciclina e Minociclina)
Ambra-Sinto T Merrell Lepetit
/ Cápsulas de Cloridrato de Tetraciclina Sanval / Cápsulas de Tetraciclina
500mg Farmoquímica / Cápsulas de Tetraciclina 500mg Laborsil
/ Cloridrato de Tetraciclina Dovalle / Cloridrato de Tetraciclina
Quimioterapia / Infex Cápsulas Elofar / Statinclyne Cazi
/ Suspensão de Tetraciclina Cazi / Tetraciclina Ariston
/ Tetraciclina Cibran / Tetraciclina EMS / Tetraciclina
Endoterápica / Tetraciclina Faria / Tetraciclina Fisoquímica
/ Tetraciclina Flopen / Tetraciclina Gilton / Tetraciclina
Luper / Tetraciclina Medic / Tetraciclina Q.I.F.
/ Tetraciclina Teuto-Brasileiro / Tetraciclina União Química
/ Tetraciclina Usmed / Tetraciclina Trinotrex / Tetraciclina Windson
/ Tetrex Bristol / Velutrix.
Em associações:
Maybiotic Fleming
- Tetraciclina e guaiacol - [I]
Monocetin NovaQuímica
- Cloridrato de tetraciclina e bromelina
- [I]
Parenzyme Tetraciclina Hosbon
- Cloridrato de tetraciclina, tripsina
e alfaquimotripsina - [I]
Sedaciclina Riedel-Zabinka
- Cloridrato de tetraciclina e alfa-amilase
- [I]
Velutrix Eversil
- Fosfato complexo de tetraciclina
e cloreto de lisozima - [I]
87. Tianfenicol
Glitisol Zambon /
Glitisol 500 Zambon/ Glitisol G Zambon
88 . Tirotricina
Em associações (ver também Neomicina):
Pastilhas de Tirotricina Composta
Laborsil
- Tirotricina, neomicina e sulfametoxipirimidina.
Pastilhas Veabon Veafarm
- Tirotricina, codeína e mentol.
89. Tobramicina
Tobramina Lilly
90. Trimetoprim
Em associações (ver também Sulfametoxazol):
Triglobe Merrel Lepetit
- Trimetoprim e sulfadiazina - [D]
Triglobe F Merrel Lepetit
- Trimetoprim e sulfadiazina - [D]
91. Vancomicina
Vancocina Lilly
ANEXO II
LISTA DE ANTIBIÓTICOS ESSENCIAIS
#
A - ANTIBIÓTICOS DE USO HABITUAL:
. Antibióticos betalactâmicos:
Penicilinas:
-
Benzilpenicilina cristalina (1).. Injetável
-
Benzilpenicilina procaína ....... Injetável
-
Benzilpenicilina benzatina ..... Injetável
-
Fenoximetilpenicilina . oral
-
Ampicilina (1) .......... Injetável
-
Amoxicilina ...... oral
-
Oxacilina (1) ........... Injetável
Cefalosporinas:
-
cefalexina/cefadroxil oral
-
cefalotina (1)/cefazolina Injetável
. Outros antibióticos:
-
Cloranfenicol ...... oral
Injetável (1)
-
(*) Eritromicina .. oral
-
(*) Gentamicina ....... Injetável
-
(*) Metronidazol . oral
Injetável (1)
Supositório
-
(*) Sulfametoxazol-trimetoprim .......... oral
Injetável (1)
-
(*) Doxciclina .... oral
-
Nitrofurantoína .. oral
# (Adaptada de: (The use of
essential drugs. Model list of essential drugs (seventh list).
Fifth
report of the WHO Expert Committee. WHO Technical Report Series 825. World Health
Organization, 1992).
B - ANTIBIÓTICOS DE USO COMPLEMENTAR
(2):
-
Amicacina .. Injetável
-
Ceftriaxona/cefotaxima (1) Injetável
-
Clindamicina ...... oral
Injetável
(1)
-
Vancomicina (1)(3)/teicoplanina (3) Injetável
C - ANTIBIÓTICOS DE RESERVA (4):
-
(*) Ciprofloxacina oral
Injetável (1)
-
Ceftazidima (1) ........ Injetável
-
Imipenem (1) ........... Injetável
D - ANTIFÚNGICOS:
-
Anfotericina B(1) ..... Injetável
-
Nistatina .......... oral
-
Cetoconazol ..... oral
E - ANTIFÚNGICO COMPLEMENTAR (2):
-
Terbinafina ......... oral
F - ANTIFÚNGICOS DE RESERVA (4):
-
Fluconazol ........ oral
Injetável
(1)
-
Itraconazol ........ oral
G - MEDICAMENTOS DO PROGRAMA DA
TUBERCULOSE, HANSENÍASE, DST/AIDS E OUTROS PROGRAMAS DE SAÚDE PÚBLICA DO M.S.
Nota explicativa: muitos antibióticos incluídos na
lista estão precedidos por um símbolo (*), para indicar que eles representam um
exemplo de um grupo terapêutico e que vários outros poderiam servir como alternativas;
é imperiosa essa compreensão, desde que a escolha pode ser influenciada, p. ex.,
pelos custos comparativos e disponibilidades.
(1) Uso basicamente em ambiente
hospitalar.
(2) Quando os Medicamentos da lista
principal são ineficazes ou inadequados para determinado caso.
(3) Visando estafilococos oxacilino-resistentes
e enterococos multirresistentes, incluindo os antibióticos betalactâmicos.
(4) Para uso em circunstâncias especiais
ou em infecções menos comuns.
ANEXO III
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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