Módulo 1
Mecanismos
Alteração de permeabilidade
Alteração do sítio de ação
Bomba de efluxo
Mecanismo enzimático
Gram-positivos
Staphylococcus aureus
Enterococcus spp.
Streptococcus pneumoniae
Gram-negativos
Aminoglicosídeos
Quinolonas
β-lactâmicos
Carbapenens
Bibliografia
Antimicrobianos - Base Teóricas e Uso Clínico

III. Gram-negativos - resistência aos antimicrobianos

2. Quinolonas

A resistência às quinolonas está associada a alguns mecanismos de resistência, como:

  • Alteração de permeabilidade e hiperexpressão de bombas de efluxo;
  • Alterações do sítio de ação (topoisomerases);
  • Resistência mediada por plasmídeos;
  • Alteração enzimática da molécula do antimicrobiano.

A alteração de permeabilidade e efluxo são comuns a outras classes antimicrobianas e serão discutidos em tópicos subseqüentes.

Mutações das Topoisomerases Bacterianas

As quinolonas inibem a ação da DNA girase e topoisomerase IV, impedindo a replicação do DNA bacteriano. A resistência a estes antimicrobianos é adquirida por mutações espontâneas em genes cromossômicos, levando a alterações no sítio de ação (topoisomerases).


Esta resistência ocorre gradualmente e de maneira acumulativa, ou seja, mutações simples no sítio principal de ação da droga são associadas a moderados graus de resistência, enquanto mutações adicionais no sítio primário e/ou secundário levam a alto grau de resistência. Em E. coli e P. aeruginosa, a maioria das mutações ocorre em uma pequena porção do principal alvo de ação das quinolonas, o gene gyrA. Essa parte do gene é denominada região determinante de resistência às quinolonas (Quinolone Resistance Determinant Region –QRDR).
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RMcontrole. 2007