Módulo 1
Mecanismos
Alteração de permeabilidade
Alteração do sítio de ação
Bomba de efluxo
Mecanismo enzimático
Gram-positivos
Staphylococcus aureus
Enterococcus spp.
Streptococcus pneumoniae
Gram-negativos
Aminoglicosídeos
Quinolonas
β-lactâmicos
Carbapenens
Bibliografia
Antimicrobianos - Base Teóricas e Uso Clínico

II. Gram-positivos - resistência aos antimicrobianos

2. Enterococcus spp.

Resistência à vancomicina

Associada a alterações na parede celular (modificação dos precursores de parede bacteriana impedindo a ligação da droga em seu sítio de ação), pode ser mediada por plasmídio ou cromossomo.

O VRE foi reconhecido em 1988 e é responsável por mais de 20% das infecções enterocócicas nos EUA. No Brasil, foi descrito pela primeira vez em 1996, em Curitiba. Estudos recentes já mostram mais de 15% de resistência à vancomicina em alguns hospitais brasileiros.

A emergência dessa resistência pode estar relacionada ao aumento do uso de vancomicina, nos últimos 20 anos, decorrente da terapêutica das infecções por MRSA.

Principais Fenótipos de Resistência

Os três fenótipos de resistência encontrados são mediados pelos genes VanA, VanB, VanC e os menos freqüentes, VanD e VanE.

O sinergismo entre ampicilina, penicilina ou vancomicina e um aminoglicosídeo pode ser determinado para Enterococcus spp., desde que realizado o teste para níveis altos de resistência a aminoglicosídeos (gentamicina 500mcg/ml e estreptomicina 1.000/2.000mcg/ml).

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RMcontrole. 2007