I - Introdução

1. Controle de Qualidade Externo (CQE)

O laboratório precisa participar regularmente de programas de controle de qualidade (CQ) externos como, por exemplo, os fornecidos pelas seguintes instituições:

Existem também programas nacionais específicos de educação continuada em microbiologia, como o Programa de Excelência em Microbiologia (PEM), coordenado pelo Laboratório Especial de Microbiologia Clínica (LEMC) da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).

É interessante que o programa de CQE compreenda todos os exames realizados pelo laboratório, incluindo projetos de controle interlaboratorial para exames que não são abrangidos pelos programas citados acima, através da troca de amostras a cada 3 ou 6 meses para pesquisa de determinados agentes como, por exemplo, Pneumocystis jirovecii, Cryptosporidium spp., toxina de Clostridium difficile, Mycoplasma / Ureaplasma etc. Os resultados devem ser comparados e tomadas as ações corretivas quando houver discrepância.



Outros procedimentos de validação incluem:

  • Participar de programas de vigilância regionais ou internacionais;
  • Trocar amostras com laboratórios de referência;
  • Comparar amostras com métodos in house já estabelecidos;
  • Validação clínica por análise de prontuário ou outras formas de documentação disponíveis.

As amostras dos testes de proficiência devem ser integradas à rotina laboratorial e analisadas usando os mesmos métodos para amostras dos pacientes, com o mesmo nível de identificação de gênero e espécie e utilizando as mesmas metodologias. É desejável que as amostras submetidas a testes de proficiência alcancem pelo menos 80% de respostas corretas.


anterior
1

© Copyright 2008, MC boas práticas. Todos os direitos reservados